Nossa cidade

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Da coluna de Cacau Menezes (DC, 04/11/2006):

Mário Nélson Alves me chama a atenção para um assunto que não devemos, nunca, especialmente a imprensa, deixar de lado. Os radares instalados com o beneplácito da prefeitura de Florianópolis, como estão funcionando, representam um roubo institucionalizado.

Ele explica: “A empresa proprietária possui participação nas multas arrecadadas (aí a razão porque elas são, invariavelmente, mantidas); onde existe radar, suprimiu-se o sinal amarelo (mais multas); o suposto controle do radar não considera nenhuma margem de diferença entre a velocidade medida (também supostamente) e a regulamentada (a Polícia Rodoviária considera uma diferença de 10%); na colocação dos radares, a velocidade regulamentada costuma ser muito baixa; os funcionários da Jari são terceirizados, portanto, dependem desse serviço.

Mário entende que o diretor-presidente do Ipuf, delegado Ildo Rosa, poderia corrigir essas distorções.