
Servidores da Comcap param por 24 horas e não descartam novos protestos
Num só dia, 360 toneladas de lixo ficaram à espera da coleta, ontem, em Florianópolis. A paralisação dos servidores da Companhia de Melhoramentos da Capital (Comcap) durou 24 horas. Hoje, o serviço será retomado, mas os trabalhadores não descartam novos protestos e até greve por tempo indeterminado.
As queixas de motoristas e coletores da Comcap vêm desde o início do ano. Reclamam do sucateamento da frota de caminhões, da sobrecarga e falta de condições ideais de trabalho. Os servidores afirmam...
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Os servidores municipais da Capital decidiram manter o estado de greve da categoria. Ontem, de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis (Sintrasem), 90% dos trabalhadores dos postos de saúde, escolas e creches paralisaram as atividades para a realização de uma assembleia. Ficou definido que, durante o próximo mês, os servidores vão tentar voltar à mesa de negociações com a prefeitura, para discutir alguns pontos da proposta que ainda não foram aceitos pela categoria.
Funcionários do transporte urbano da Grande Florianópolis decidem na próxima quarta-feira se entram em greve. No dia será feita uma assembleia, onde a categoria votará se aceita a proposta de reajuste salarial — não detalhada pela categoria — feita pela classe patronal. Se a maioria não aceitar fazer o acordo, os funcionários darão início a uma paralisação.
Segundo o secretário de comunicação do Sindicato dos Trabalhadores no Transporte Urbano na Grande Florianópolis (Sintraturb), Antônio Carlos Martins, o encontro acontecerá em três turnos — 9h30min, 15h30min...
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Depois de passarem o dia inteiro de braços cruzados, em protesto pela venda de caminhões da companhia, os funcionários da Companhia Melhoramentos da Capital (Comcap) encerraram a paralisação no início da noite de ontem. A coleta foi retomada, mas o recolhimento das 450 toneladas de resíduos diários só será normalizado amanhã.
A Justiça havia determinado um leilão para quitar dívidas da companhia com uma empresa privada. Na semana passada, o prefeito em exercício, João Batista Nunes, conseguiu, por meio de acordo, a suspensão desse leilão, que venderia 21 dos 39 caminhões...
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Funcionários da Zona Azul decidiram continuar paralisados. Ontem à tarde, eles realizaram uma manifestação pelas ruas centrais de Florianópolis
Os funcionários da Zona Azul decidiram continuar com a paralisação das atividades. Ontem, eles protestaram nas ruas centrais da Capital e depois se reuniram na frente da Câmara de Vereadores, enquanto os parlamentares discutiam o projeto de lei que prevê a concessão dos serviços à iniciativa privada.
A passeata começou às 13h, e a fiscalização nas ruas de Florianópolis ficou suspensa durante toda a tarde. O líder da comissão...
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Artigo escrito por Charles Machado - Presidente do Instituto Nacional de Direito Empresarial (DC, 20/10/2009)
Diariamente, os administradores públicos são levados a tomar decisões difíceis que exigem coragem e, certamente, é a medida da coragem e da ação que mensura o espírito do homem público. A prefeitura de Florianópolis enviou para a Câmara proposta que autoriza a exploração do serviço de fiscalização...
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Poder público ameaça com demissões, e grevistas fazem passeata
Desde sexta-feira, os monitores da Zona Azul fazem greve em protesto a um projeto da Prefeitura de Florianópolis que repassa o serviço ao setor privado. Eles temem que a empresa vencedora da licitação demita funcionários e reduza salários.
O vice-prefeito da Capital, João Batista Nunes, não aceita a paralisação e vai entrar com uma ação judicial pedindo a ilegalidade da greve. Afirmou que a cidade perde em torno de R$ 25 mil por dia de paralisação. Ele prometeu descontar os dias parados e tomar medidas...
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Pouco antes da meia-noite de ontem, em meio à negociação com as empresas de transporte coletivo da Capital, o prefeito Dário Berger deu uma garantia: a greve acaba nesta sexta-feira e os ônibus voltam a circular. A certeza do prefeito se baseava nas armas que ele usava nas conversas com o Sindicato das Empresas de Transporte Urbano (Setuf): ou a entidade aceitava um acordo ou a prefeitura iria intervir no sistema.
Até o fechamento desta edição, o que havia de mais concreto era a promessa do prefeito. As empresas, que durante a tarde chegaram a conviver com a tese da intervenção,...
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Artigo escrito por Angela Amin - Deputada federal (PP/SC) (DC, 02/07/2009)
Um dos graves problemas que comprometem a mobilidade das pessoas, o constitucional direito de ir e vir, decorre do que os técnicos chamam unaffordability, que significa inacessibilidade financeira, ou seja, falta de condições financeiras para utilizar um meio de transporte. A cobrança de pedágio num país com as desigualdades econômicas...
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Estaca zero. Depois de um dia inteiro de negociações, o secretário de Transportes e vice-prefeito da Capital, João Batista Nunes, recebeu na noite de ontem uma proposta do Sindicato das Empresas (Setuf), que, segundo ele, não tem aprovação da prefeitura. A proposta sequer foi apresentada aos trabalhadores. A greve no transporte coletivo continua na Grande Florianópolis.
Na proposta, os empresários concordam com o reajuste de 7% no salário dos trabalhadores desde que a tarifa seja reajustada em R$ 0,15. Também condicionam o aumento para R$ 310 no tíquete-alimentação ao valor...
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