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Sensores instalados em Florianópolis ajudam em estudo diário do comportamento do trânsito

Sensores instalados em pontos estratégicos de Florianópolis ajudam em um estudo diário do trânsito na capital catarinense. A ideia da prefeitura é definir ações para tentar melhorar a mobilidade urbana na cidade. Há equipamentos nas cabeceiras das pontes Pedro Ivo Campos e Colombo Salles, além de cruzamentos de ruas.

A frota registrada em Florianópolis passa de 358.061 mil veículos, segundo o Departamento Estadual do Trânsito (Detran). Como a capital tem uma população estimada de 492.977 pessoas, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), isso resulta em 0,72 veículo por habitante, quase um por morador.

Para se fazer esse estudo diário do trânsito, os sensores nas cabeceiras das pontes ficam na pista. A tecnologia conta, por faixa, os veículos que entram e saem da Ilha de Santa Catarina.

“Se a gente fizer qualquer intervenção na saída da ponte [Pedro Ivo], que é o que se deseja agora, talvez uma terceira faixa na alça, talvez isso leve à necessidade de retirada de uma faixa em direção ao túnel. E aí os estudos e os números comprovam se é possível isso ou não”, afirmou o secretário de Transportes e Mobilidade Urbana de Florianópolis, Michel Mittmann.

Em média 89 mil veículos entram na Ilha todos os dias. Um atrás do outro fariam uma fila de 356 quilômetros. Seria o mesmo que começar a enfileirar os veículos em Florianópolis e os carros passarem de Curitiba.

Desde que os sensores foram instalados, há dois meses, o maior pico registrado pelos equipamentos foi em 26 de junho, quando 106 mil veículos entraram na Ilha.

Semáforos
As câmeras instaladas para controlar os semáforos em 30 cruzamentos da capital também fazem a contagem de veículos. Neste caso, o cálculo é feito pelo agrupamento de todas as faixas num perímetro de 50 metros, que é o campo de alcance visual dos equipamentos. Esse sistema não consegue separar a quantidade de tráfego em cada uma das faixas.

Os sensores nas pontes são emprestados de uma empresa do Espírito Santo. Eles funcionam com uma bateria que dura cinco anos. O valor de cada aparelho é R$ 650. Se der certo, a prefeitura pretende licitar o serviço e instalar em outros pontos da cidade.

“A gente está levantando quais seriam os pontos fundamentais do território de toda a Ilha [de Santa Catarina] e do Continente que nos dariam a amostragem do trânsito global, que é fundamental para o planejamento que a gente inicia agora do plano de mobilidade”, disse o secretário.

(G1SC, 03/07/2019)

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