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O projeto de integração do transporte coletivo metropolitano pode ser considerado o maior avanço da história da região em termos de mobilidade urbana. O início da fase de autorizações das Câmaras de Vereadores para que o sistema seja operado por um único ente, no caso o Estado, mostra que a proposta tem adesão de todas as 9 cidades envolvidas e tem chances reais de ser licitada ainda este ano. Será o fim das sobreposições de linhas e das viagens sem sentido para a Ilha de Santa Catarina, quando na verdade o passageiro só precisa se deslocar entre São José e Biguaçu. O sistema também passará a contar com linhas BRT e corredores exclusivos de ônibus, que devem reduzir o tempo de viagem para os passageiros e incentivar o uso do transporte coletivo.

O fato de não haver definição sobre o modelo de construção dos dois novos terminais previstos no projeto é o único ponto preocupante, mas que pode ser resolvido de forma mais rápida com a manutenção da opção por uma PPP (Parceria Público-Privada) ou inclusão direta na concessão. A construção pelo Estado e pelas prefeituras pode atrasar ainda mais o projeto. As concessionárias têm condições de buscar os recursos nos bancos oficiais e pagar com a operação dos ônibus. O mesmo precisa acontecer em eventuais obras de corredores exclusivos nas cidades de maior movimentação: Palhoça, São José e Florianópolis.

Outra boa notícia vem da promessa do governo do Estado de estruturação da Suderf – órgão que vai gerenciar o sistema, com cargos técnicos capacitados. A profissionalização da gestão impedirá que a essência da proposta se perca e a mobilidade urbana esteja sempre em primeiro lugar.

O projeto de integração do transporte coletivo metropolitano pode ser considerado o maior avanço da história da região em termos de mobilidade urbana. O início da fase de autorizações das Câmaras de Vereadores para que o sistema seja operado por um único ente, no caso o Estado, mostra que a proposta tem adesão de todas as 9 cidades envolvidas e tem chances reais de ser licitada ainda este ano. Será o fim das sobreposições de linhas e das viagens sem sentido para a Ilha de Santa Catarina, quando na verdade o passageiro só precisa se deslocar entre São José e Biguaçu. O sistema também passará a contar com linhas BRT e corredores exclusivos de ônibus, que devem reduzir o tempo de viagem para os passageiros e incentivar o uso do transporte coletivo.

O fato de não haver definição sobre o modelo de construção dos dois novos terminais previstos no projeto é o único ponto preocupante, mas que pode ser resolvido de forma mais rápida com a manutenção da opção por uma PPP (Parceria Público-Privada) ou inclusão direta na concessão. A construção pelo Estado e pelas prefeituras pode atrasar ainda mais o projeto. As concessionárias têm condições de buscar os recursos nos bancos oficiais e pagar com a operação dos ônibus. O mesmo precisa acontecer em eventuais obras de corredores exclusivos nas cidades de maior movimentação: Palhoça, São José e Florianópolis.

Outra boa notícia vem da promessa do governo do Estado de estruturação da Suderf – órgão que vai gerenciar o sistema, com cargos técnicos capacitados. A profissionalização da gestão impedirá que a essência da proposta se perca e a mobilidade urbana esteja sempre em primeiro lugar.

(Editorial ND, 03/06/2019)

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