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Floripa não anda: transporte coletivo ainda é o principal nó para a mobilidade na Capital

Duas horas para percorrer um trajeto de 20 quilômetros, todos os dias, de segunda a sexta-feira. Parece cansativo, mas esse é o tempo gasto só na volta para casa. A ida consome pelo menos mais uma hora do dia, fazendo com que algumas pessoas, na Grande Florianópolis, cheguem a passar mais de três horas dentro de um ônibus que, aliás, é o único meio de transporte de massa que a cidade dispõe.

E os motivos para tanta lentidão são muitos e passam por décadas de administrações que trataram o tema sem o comprometimento devido. Para se ter ideia, um relatório de auditoria do Tribunal de Contas vem notificando seguidamente a Prefeitura de Florianópolis sobre adoção de medidas sob o risco de o município ficar impedido de obter recursos federais para a área de mobilidade.

E quase nada foi feito. A Grande Florianópolis ainda aguarda pela implantação de um sistema de transporte verdadeiramente integrado, com tarifas justas e com um serviço atrativo. Por outro lado, faltam vias adequadas e projetos de mobilidade, que incluiriam também outros modais para o transporte de massa.

O tão anunciado transporte marítimo, que não deve sair do papel até o fim do ano, vai oferecer duas embarcações, que pouco deve contribuir de fato para a mobilidade na Capital. Sem um sistema atrativo, o número de carros nas ruas aumenta. Com uma população estimada de 500 mil habitantes, Florianópolis tem cerca de 350 mil veículos registrados. E por se tratar de uma capital, ainda absorve boa parte da frota que se desloca da região metropolitana e de outras cidades do interior. Se não bastasse, o sistema de transporte coletivo, principalmente nos municípios da Grande Florianópolis, sofre com gerenciamento, linhas ineficientes e sobrepostas ou com horários escassos.

(Confira matéria completa em ND, 03/04/2019)

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