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Florianópolis e SC no mapa mundial da tecnologia

Da Coluna de Estela Benetti (NSC, 27/04/2019)

O polo catarinense de tecnologia da informação e comunicação (TI) avançou em 40 anos. Do zero chegou à situação atual com 12.365 empresas, 47,4 mil empregos diretos e receita superior a R$ 15 bilhões por ano. Líder em startups no país e com empresas sendo investidas por gigantes do exterior, o plano, agora, é entrar no mapa mundial da tecnologia.

Como alcançar essa projeção lá fora foi o tema abordado pelo presidente da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), Daniel Leipnitz, na reunião da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc), nesta sexta-feira (26). A entidade considera necessário três passos e já executa dois deles: atrair filiais de gigantes do setor de TI e realizar um grande evento internacional de tecnologia em Florianópolis. Além disso, vê a necessidade de incluir a Capital nas rotas de voos internacionais dos Estados Unidos e Europa.

Leipnitz adiantou que duas grandes companhias globais já decidiram assinar contratos e vão se tornar parceiras do polo catarinense de tecnologia; e a Acate, junto com a Fiesc, Acif e outras entidades, fará um evento internacional em agosto, em Florianópolis. Ele citou o exemplo do festival de Austin, no Texas, que coloca mais de US$ 1 bilhão na cidade.

O mais difícil parece incluir SC na malha aérea internacional. Pelo menos um aeroporto de classe mundial a cidade vai ter a partir de outubro. Além de Leipnitz, o diretor de Inovação da Fiesc e diretor executivo da Fundação Certi José Eduardo Fiates, também falou sobre a evolução do polo de TI de SC. Citou empresas como a Agriness, RD, Neoway e Decora como exemplos de startups que cresceram e avançam no país e exterior.

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