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Patinetes seguem sem regulamentação ocupando espaços públicos

Sensação na temporada, os patinetes elétricos disponibilizados por duas empresas para pequenos deslocamentos em áreas restritas da cidade seguem sem regulamentação em Florianópolis. Enquanto a prefeitura não estabelece as regras, os equipamentos são deixados sobre calçadas, em frente a o comércio, e muitas vezes atrapalham o fluxo de pedestres.

As opiniões sobre a presença dos equipamentos são diversas. A comerciante Aline Peixoto afirma não se incomodar com os equipamentos em frente ao estabelecimento na rua Vidal Ramos. Para ela, o problema é a forma com que alguns usuários conduzem o equipamento pelas ruas. “Alguns correm de forma desvairada levando perigo aos pedestres e ao trânsito”, afirma a comerciante, que consentiu com a colocação dos patinetes sobre a calçada após ser consultada por um representante de uma das empresas.

Atendente de uma loja de sucos na esquina das ruas Vidal Ramos com Jerônimo Coelho, Buana Bach conta que vários clientes já reclamaram da presença dos equipamentos em frente ao estabelecimento, onde existe uma estação da Grin, uma das duas empresas operadoras, conforme placa indicativa. “Às vezes a gente chega pela manhã e tem que colocar os patinetes para o lado. Na semana retrasada uma cadeirante teve que dar a volta na calçada para chegar aqui”, relata.

O cadeirante Clóvis Raul Adriano transita pelas ruas da área central todos os dias e já enfrentou dificuldades com a presença dos equipamentos sobre o passeio público, mas garante ficar mais preocupado é com a segurança dos usuários. “É complicado. O Centro está uma bagunça e queria saber quem é o responsável. Andar de patinete do jeito que está, é perigoso, pois eles não usam capacete”, explica Adriano, que afirma ter visto um usuário se machucar com a queda.

Estabelecido na rua Fernando Machado há 18 anos, o comerciante Moises Souza também foi consultado por uma representante de uma das empresas sobre a colocação dos patinetes em frente a sua lanchonete. “A moça me disse que a prefeitura estava autorizando, quem sou eu para falar que não”, declarou. Ele lembra que, há alguns anos, foi multado pela prefeitura após colocar duas mesas com cadeiras em frente ao estabelecimento. “Agora, eu gostaria de saber se eles pagam alguma coisa para poder colocar o equipamento aqui”, questiona.

(Confira matéria completa em ND, 14/03/2019)

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