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Unidade de Recuperação Ambiental no Rio Capivari depende de estudo e licença, diz superintendente de Saneamento

A Unidade de Recuperação Ambiental (URA) do Rio Capivari ainda depende de estudo e licença ambiental para operação. Porém, o superintendente de Habitação e Saneamento, Fábio Ritzmann, afirmou que até o fim do ano ela estará em operação, repetindo a promessa de Valter Gallina, secretário de Infraestrutura, que se preocupou com a poluição depois de ter deixado a presidência da Casan. A reunião do Conselho de Desenvolvimento do Norte da Ilha (Codeni) aconteceu em Ingleses, após mais um escândalo de poluição no bairro. Além do superintendente, estavam presentes moradores, representantes da Casan, Ciro Limas que é presidente da Associação dos Moradores dos Ingleses (AMI), além dos vereadores Miltinho Barcelos e Marcelo da Intendência e do secretário da área continental de Florianópolis, Edinho Lemos.

Questionado pelo Conexão sobre as perspectivas para a próxima temporada, Ritzmann afirmou que a fiscalização continua. “Continuidade das ações desempenhadas agora. Vamos tentar viabilizar a instalação da URA até a próxima temporada. É apertado, é corrido. Tem estudos técnicos a ser feitos e licenças ambientais. (…) A nossa intenção é fazer até outubro ou novembro deste ano. Vamos depender do estudo técnico e da licença ambiental. (…) No que depender de nós, vamos batalhar para que aconteça.”, disse.

A Associação dos Moradores dos Ingleses (AMI) voltou a pedir mais fiscalização no bairro. O superintendente afirmou que o problema estão nas limitações financeiras para fazer. “O próprio nome já diz: Floripa Se Liga Na Rede. Onde não tem rede a solução é individual. (…) A blitz alcança também (onde não tem rede). O problema é que é uma equipe limitada que tem que atuar no município inteiro. É limitado pela nossa capacidade funcional Temos um trabalho de rotina e de demanda. Aqui nos Ingleses atendemos várias demandas e deixamos de atender a fiscalização de rotina. Então temos que misturar as duas coisas. Tudo que está nosso alcance, a gente faz. Existe a limitação de dinheiro (sobre contratar mais pessoal). Não temos o cofre do tio patinhas. Trabalhamos com limitações”, disse.

Ciro Limas, presidente da AMI, comentou que a próxima temporada pode ser uma repetição do que vivemos nesta, até agora. “Vai ser um replay desta aqui. Já foi falado que para implantar o sistema de esgoto e colocar rede no Sítio de Cima (onde começa o rio) não vai ser tão imediato assim”.

O Codeni prometeu cobrar o município a encontrar as soluções dos problemas de poluição do Rio Capivari. “Está se repetindo em Ingleses o que aconteceu no Rio do Brás em Canasvieiras. “A grande vantagem é chamar os órgãos públicos para encontrar a solução. (…) A população que não cumprir tem que ser penalizada. Está precisando uma fiscalização mais contundente”, disse.

(Jornal Conexão, 12/02/2019)

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