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A comunidade do bairro Capoeiras, na região continental de Florianópolis, possui um espaço de lazer com três quadras de esportes — de areia, grama e sintético — parquinho infantil, academia ao ar livre, mesas e bancos. Localizado na Rua Santos Saraiva, ao lado do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), o local é muito utilizado para caminhada e corrida.

O problema é que ele está sem manutenção desde o ano passado. O mato está tomando conta, há brinquedos quebrados, o campo de areia está cheio de mato, o sintético não tem condições de uso, há mesa de concreto quebrada e o bebedouro não funciona há muito tempo.

O vigilante Marlon Barreto, 45 anos, mora em São José, mas corre três vezes por semana no parque por causa do espaço oferecido, mas reclama da falta de manutenção.

— Antes tinha um senhor que fazia a manutenção quase todos os dias, cortava a grama, pintava, mas faz mais de mês que não aparece. O pessoal notou porque o mato só está crescendo — conta.

A massoterapeuta Amanda Souza Gomes, 22, frequenta o espaço desde pequena e lembra que ele era muito mais conservado.

— Agora realmente está bem precário.

O segurança Josias da Rosa Trietro, 23, concorda.

— Isso aqui já foi bem melhor conservado, eu jogava bola com o pessoal da empresa, antes tinha bastante campeonato, mas hoje não tem condições de usar os campos — lamenta.

Área é mantida pelo Conselho Comunitário de Capoeiras

Diferente do que muita gente pensa, o parque não é de responsabilidade da prefeitura. Ele é administrado pelo Conselho Comunitário de Capoeiras e existe há mais de 30 anos. Vanderlei Osvaldo de Carvalho, presidente da entidade, esclarece que durante quase 10 anos a entidade mantinha um convênio com a prefeitura, por meio das secretarias de Educação e Assistência Social, e a verba ajudava na manutenção do espaço. Porém, desde 2016 os convênios não foram mais renovados.

Para tentar amenizar a situação, em 2018 uma lanchonete explorava o espaço e, em contrapartida, ficava responsável pela manutenção. No entanto, o comerciante deixou o local no final do ano passado. Segundo Vanderlei, o conselho não tem recursos para manter o espaço em ordem.

— Reconhecemos a dificuldade, o nosso galpão está caindo, o mato tá tomando conta, mas não temos recursos para nada — admite.

A intenção do conselho é que um novo comércio assuma o espaço da lanchonete. Na próxima segunda-feira, 11 de fevereiro, ocorrerá a primeira reunião do ano do conselho e, de acordo com Vanderlei, já há uma pessoa que quer assumir o local, mas ainda é preciso ser aprovado pelos membros do conselho. Se der certo, a lanchonete abrirá em meados de março e o comerciante ficará responsável pela manutenção do parque. Ainda, o conselho já pediu ajuda da Comcap para recolher o lixo e cortar o mato.

No entanto, se alguma empresa tiver interesse de adotar o espaço, pode ligar para 99863-4000 e falar com Vanderlei. Também vale enviar e-mail para cccapoeiras@yahoo.com.br, aos cuidados também de Vanderlei.

(NSC, 05/02/2019)

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