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Embarcações industriais capturaram mais que o dobro de tainhas liberado para a safra 2018

As 50 embarcações liberadas para pescar tainhas na região Sul capturaram mais que o dobro do permitido. Agora, o comitê que estuda os estoques do pescado pede que a indústria fique um ano sem pescar. É como se eles estivessem com o saldo negativo no sistema de cotas. Os representantes do setor alegam que os mecanismos de aferição da quantidade de peixes falhou e que não podem ser punidos e pede o parcelamento da quantidade excedida ao longo das próximas temporadas.

Em 2018, pela primeira vez as embarcações industriais e artesanais de anilha tiveram uma quantidade máxima de tainhas estipuladas. Os artesanais ficaram dentro do limite. Já as embarcações profissionais tiveram uma safra recorde e em menos de 10 dias já tinham encerrado a temporada. Segundo o gerente de Pesca e Aquicultura da Secretaria de Estado da Agricultura, Sérgio Winckler, houve a demora na contabilização dos dados da safra. Ele explicou que foi adotado a entrada das embarcações nas indústrias para descarregar. Contudo, a atualização dos dados demorou mais que o previsto. “O sindicato viu que poderia haver erro e encerrou a temporada mais cedo que o previsto”, explicou. Quando todo a produção foi desembarcada e aferida, os números extrapolavam a cota em 120%. O limite era de 2.221 toneladas do pescado.

Sérgio argumenta que o sistema de cotas é pioneiro no Brasil e que precisa ser aperfeiçoado. “Eu sou a favor que tenha um limite por embarcação. Hoje, é para a categoria”, lembrou.

A SEAP (Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca) da Presidência da República foi procurada para comentar o caso. De acordo com a assessoria de imprensa, o posicionamento deve ocorrer nesta terça-feira (4).

(Confira Matéria completa em ND, 04/12/2018)

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