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Largo da Alfândega será um espaço que acompanha a dinâmica da cidade, diz Ipuf

As obras de revitalização urbana do entorno do Mercado Público e do Largo da Alfândega começaram há pouco mais de dois meses, no Centro da Capital. O projeto foi resgatado pela atual administração municipal e pretende estabelecer uma nova conexão entre a praça 15 de Novembro e o Mercado Público, gerando um espaço mais dinâmico.

Conforme o diretor metropolitano do Ipuf (Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis), Michel Mittmann, a nova proposta permitirá uma visão mais integral do conjunto urbano, além de se adequar melhor à dinâmica da cidade, seja por meio da feira livre, de manifestações culturais ou apenas como meio de passagem no qual as pessoas poderão apreciar o patrimônio histórico. “O novo espaço também servirá como largada para a futura conexão com o aterro da baía Sul, além de se integrar com o setor Leste do Centro, onde estão a Casa de Câmara e Cadeia e o Museu Victor Meirelles”, diz.

O projeto em execução contempla tecnologias limpas e de rápida construção e prevê espaços como deque de uso público com canteiros, bancos e espelhos d’água e cobertura metálica de referência à renda de bilro. “Tiramos o antigo monumento às rendeiras e essa referência agora estará integrada à arquitetura, que assume o papel de obra de arte”, explica Mittmann.

Além disso, duas edificações serão construídas nas laterais, abrigando pontos comerciais (cafés, comércio de artesanato indígena, cerâmica e floricultura) e serviços como informações turísticas e sanitários públicos. “Serão construções mais modernas feitas com vidros transparentes, dando mais visibilidade a essas atividades”, diz.

Também está sendo estudada uma identidade visual para as barracas das feiras livres. “A atividade continuará e terá espaço maior de circulação entre as barracas, além de nova identidade para servir de referência turística, como acontece em várias cidades do Brasil”, conta Mittmann.

Mittmann também destaca a parceria com o Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), tanto no desenvolvimento do projeto como nos custos da obra, como sendo fundamental para que o espaço seja concretizado. Até agora, foram realizadas a demolição de mobiliário urbano, como bancos e mesas, paralelepípedos, a fonte e o palco para eventos. Também foram removidas 17 árvores, sendo sete ipês-amarelos e dez fênix, cujos exemplares serão transplantados, conforme recomendação da Floram (Fundação Municipal do Meio Ambiente), além da manutenção das demais árvores existentes na área pública.

(Confira Matéria completa em ND, 23/10/2018)

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