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Obras da sede da Reserva extrativista do Pirajubaé estão abandonadas desde 2011

A sede da Resex (Reserva Extrativista) Marinha Costeira do Pirajubaé, em Florianópolis, esbarra na burocracia e não tem data para ser concluída. A obra embargada em 2011 fica às margens da Via Expressa Sul e está abandonada. Apenas a estrutura da fundação permanece relativamente intacta, mas paredes foram derrubadas e o local está tomado por mato, lixo, restos de fogueiras e é utilizado como ponto de encontro de usuários de drogas.

Como se não bastasse o descaso, a edificação era uma das condicionantes exigidas pelo Deinfra (Departamento Estadual de Infraestrutura) para a liberação da construção da Via Expressa Sul, que liga o Centro ao Sul da Ilha. Entretanto, a rodovia foi construída e liberada para o tráfego de veículos, mas até hoje está sem licença ambiental de operação, justamente porque a sede da Resex não foi construída.

A sede da reserva, administrada pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), funciona desde 2009 em uma casa alugada que não atende as necessidades de funcionamento. “Fazemos a gestão de um bioma marinho e precisamos estar mais próximos dos extrativistas”, explica Marcelo Silveira, analista ambiental do ICMBio. De acordo com o analista, a estrutura foi pensada não só para atender as demandas de gestão ambiental do bioma marinho costeiro como também para receber turistas e estudantes, expor produtos e divulgar a cultura local, além de servir de apoio aos pescadores extrativistas que atuam na reserva.

Mas os pescadores se manifestaram contrários à obra da sede do ICMBio. Sem se identificar por receio de sofrer algum tipo de represália, eles alegaram que um projeto que se dedica a cuidar do meio ambiente deveria ter uma obra com menos impacto, prevendo a utilização de material mais ecológico como madeira de reflorestamento, por exemplo. Também reclamaram que o entorno dos ranchos que utilizam para a pesca poderia ser beneficiado com várias melhorias, entre elas a manutenção do trapiche que está com tábuas soltas e quebradas, da iluminação e a instalação de banheiros públicos.

(Confira Matéria completa em ND, 01/08/2018)

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