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Melhoria no transporte público entre cidades da Grande Florianópolis depende de aprovação de lei na Alesc, diz Suderf

O sistema de transporte coletivo intermunicipal da Grande Florianópolis está sendo repensado pela Superintendência de Desenvolvimento da Região Metropolitana (Suderf). Para implementar melhorias no sistema, o órgão depende da aprovação de uma nova lei pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). A ideia é ter corredores de ônibus e dois terminais na região continental para evitar entrada na Ilha.

“Eu saio de Forquilinhas [em São José], venho aqui pro Centro, ai eu vou pra Barreiros [também em São José] e tenho que voltar pra cá pra voltar pra Forquilinhas”, relatou a universitárias Karoline Ize.

Apesar de os dois bairros ficarem em São José, Karoline precisa ir ao Ticen, em Florianópolis, porque não há ônibus direto entre eles.

O mesmo acontece com outros 150 mil passageiros que moram na região continental da Capital e em outros oito municípios da Grande Florianópolis.

Espera
A Suderf diz que quer melhorar a integração desse transporte, mas que antes, é preciso aprovar uma lei para permitir que a Suderf faça alterações no transporte intermunicipal.

O projeto de lei estava na Alesc, mas no fim do ano passado a tramitação foi suspensa para passar por novas discussões entre os prefeitos e os moradores da região da Grande Florianópolis. Foram seis meses de debates e agora o projeto está pronto para ser votado.

Depois que essa lei for aprovada, a Superintendência terá autorização para iniciar a licitação que vai contratar uma nova empresa, responsável por gerir o sistema integrado de transporte, mas o novo plano já está pronto.

A ideia é ter corredores de ônibus e dois terminais na região continental: um em Palhoça e outro em Biguaçu, para que os ônibus não precisem entrar na ilha.

“Ela tem por objetivo concentrar linhas que vêm de municípios mais distantes e a partir de lá se criam linhas troncais, portanto com frequência maior, ônibus mais confortáveis que possam servir de atrativo para as pessoas deixarem o carro em casa”, afirmou o superintendente da Suderf, Cassio Taniguchi.

Custo
A tarifa vai ser cobrada de acordo com o trajeto percorrido, e vai custar no máximo R$ 10. Por enquanto, não há previsão de quando esse novo sistema será colocado em prática.

“Tudo vai depender da aprovação da lei, porque depois da aprovação nós temos que fazer ainda os convênios interfederativos a serem firmados com os municípios e aprovados pelas respectivas câmaras. E a partir daí leva seguramente três meses de audiência pública, de consulta e discussões para então lançar o edital público”, completou Taniguchi.

(G1SC, 06/08/2018)

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