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Câmara de Vereadores de Florianópolis vai discutir composição da tarifa de ônibus

A Câmara de Vereadores de Florianópolis realizará nesta quinta-feira (05) audiência pública para debater a composição da tarifa do transporte coletivo em Florianópolis e a possibilidade de repassar para a planilha de custos a redução no preço do óleo diesel.

A discussão atende ao requerimento 273/2018, de autoria do vereador Afrânio Tadeu Bopprê (PSOL). A audiência pública será realizada no Plenarinho do Legislativo municipal, a partir das 14h30min.

A polêmica em torno da redução e o seu efeito junto à tarifa ganhou força após o fim da paralisação dos caminhoneiros, no início de junho, quando o governo federal anunciou a redução de R$ 0,46 no preço do óleo diesel.

Vereadores usaram a tribuna da Câmara para exigir a redução da tarifa, uma vez que o diesel é um dos itens que compõem a formatação do valor da tarifa.

Prefeito Gean Loureiro defende que reajuste só pode ser feito uma vez por ano | Foto Divulgação | PMF
De pronto o prefeito Gean Loureiro (MDB) veio a público anunciar que a redução não aconteceria, uma vez que o reajuste do valor da tarifa, de acordo com lei municipal, só se fará em janeiro.

“A população já sabe, a reavaliação da tarifa acontece apenas uma vez por ano, isso é estabelecido para não ter aumentos sucessivos da tarifa em períodos que tenham ampliação de vários quesitos como salário dos trabalhadores, equipamentos utilizados e combustíveis”, explicou Gean.

Afrânio espera que a audiência pública dê transparência à definição do valor da tarifa. “Com a greve dos caminhoneiros houve intervenção governamental para reduzir o preço do Diesel em R$ 0,46. À estimativa é que o subsídio custará R$ 10 bilhões. Se isso não chegar na ponta, para o usuário, alguém estará embolsando o dinheiro. Esse assunto tem que ser transparente. Não é para técnicos. É uma decisão política. O usuário do sistema deve participar da decisão.

O vereador imagina que possa tirar do encontro uma decisão que seria benéfica para o usuário. “Esperamos sensibilizar o governo para que ele enxergue o assunto pela lógica de quem paga a tarifa. A prefeitura não pode assumir a posição de sindicato dos empresários. O abatimento na tarifa tem que acontecer, não há base legal e técnica para que isso não aconteça. A decisão é do prefeito”, finalizou Bopprê.

(OCP News, 02/07/2018)

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