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Implantação do transporte marítimo, na Grande Florianópolis, aguarda licenças federais

Para implantar o transporte marítimo de passageiros em caráter experimental na Grande Florianópolis, o diretor de Infraestrutura Aquaviária do governo do Estado, Leandro Ferrari, espera pela manifestação da SPU (Secretaria do Patrimônio da União). A empresa BB Barcos, de Imbituba, vai disponibilizar dois catamarãs, com capacidade para 176 passageiros cada, e providenciar a estrutura básica nos trapiches do CentroSul, em Florianópolis, e da Ponta de Baixo, em São José, para realizar os testes. O objetivo é começar a operação no segundo semestre deste ano.

O Deter (Departamento de Transportes e Terminais) tenta viabilizar o transporte aquaviário desde 2004. “Nosso objetivo é oferecer o serviço em caráter experimental durante um período de seis meses para identificar algumas melhorias que precisarão ser incluídas na futura licitação. Mais do que uma opção de locomoção, o transporte marítimo vai proporcionar qualidade de vida. Quem leva mais de duas horas para se deslocar de Palhoça a Florianópolis, futuramente deve levar 20 minutos pelo mar”, explicou Ferrari.

Durante o período de experiência, os dois catamarãs farão o trajeto entre Florianópolis e São José, mas o objetivo é que o transporte também atenda Palhoça e Biguaçu. Com a licença da Fatma (Fundação do Meio Ambiente) em mãos, Ferrari aguarda somente pelo parecer da SPU. O diretor acredita que a bancada catarinense em Brasília deve auxiliar no processo.

O transporte aquaviário deve ter a integração com o transporte coletivo. “Precisaremos interligar o transporte marítimo com os outros modais. Vamos estudar a instalação de pontos de ônibus nas proximidades dos trapiches, que também deverão ter bolsões de estacionamento e bicicletários. O secretário de Infraestrutura, Luiz Fernando Vampiro, e o presidente do Deter, Fulvio Rosar Neto, estão empenhados nesse projeto”, contou Ferrari.

(Veja Matéria completa em ND, 02/02/2018)

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