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Florianópolis tem a quarta cesta básica mais cara entre 20 capitais pesquisadas

Florianópolis teve em janeiro a quarta cesta básica mais cara do Brasil (entre 20 capitais pesquisadas) conforme divulgou o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) nesta quarta-feira, 7 de fevereiro. A Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, que é mensal, mostrou que a cesta mais cara foi a de Porto Alegre (R$ 446,69), seguida de Rio de Janeiro (R$ 443,81), São Paulo (R$ 439,20) e Florianópolis (R$ 430,52 – com variação de +2,85% em relação ao mês anterior).

Alimentos que tem Agrotóxicos e estão em nossas mesas
Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Agencia RBS
De um modo geral no país, conforme o levantamento, entre dezembro de 2017 e janeiro de 2018 houve predominância de alta no preço de tomate, banana e batata, coletada no Centro-Sul. Já feijão, açúcar e leite tiveram redução média de valor na maior parte das cidades.

O DIEESE também faz um comparativo de quanto deveria ser o salário do brasileiro para arcar com os custos da cesta básica. Segundo a entidade, com base na cesta mais cara de janeiro, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.752,65, ou seja, 3,93 vezes o mínimo atual (R$ 954).

NÚMEROS DE FLORIANÓPOLIS

A pesquisa apontou que, entre dezembro de 2017 e janeiro de 2018, houve elevação no valor médio do tomate (49,09%), batata (11,34%), banana (5,72%), manteiga (1,69%), pão francês (1,28%), óleo de soja (1,07%) em Florianópolis.

Os demais produtos pesquisados apresentaram queda: feijão (-12,55%), leite integral (-2,83%), café em pó (-2,08%), carne bovina de primeira (-2,04%), arroz (-1,62%), açúcar refinado (- 1,46%) e farinha de trigo (-0,92%).

Em 12 meses, cinco produtos acumularam alta: tomate (54,26%), batata (37,31%), manteiga (13,48%), café em pó (6,33%) e pão francês (3,55%). Os outros oito itens mostraram redução: carne bovina de primeira (-1,47%), farinha de trigo (-2,93%), leite integral (-6,78%), óleo de soja (-6,88%), arroz (-16,25%), açúcar refinado (-23,51%), banana (-28,1%) e feijão (- 42,83%).

(DC, 07/02/2018)

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