Clipping

Reversão de pista no Sul da Ilha deve mudar mais vezes na temporada em Florianópolis




Diariamente, motoristas que precisam acessar ou sair do Sul da Ilha pela SC-405 enfrentam grandes filas nos dois sentidos. Em um trajeto que poderia ser feito em no máximo dez minutos, motoristas levam até 40 minutos, principalmente de manhã e final da tarde. Entre o elevado da Seta e o elevado do Rio Tavares, ainda em construção, há três faixas que são operadas de forma reversíveis por meio da sinalização de semáforos. Mas motoristas reclamam do sistema de reversão das pistas, pois em muitos momentos a pista dupla liberada fica com pouco fluxo de veículos. A PMRv (Polícia Militar Rodoviária) diz que o monitoramento da SC-405 é feito por meio de câmeras e a atenção será redobrada na temporada de verão.

Pela manhã e ao longo do dia, duas pistas são liberadas para quem sai do Sul da Ilha, no sentido bairro-Centro. Já no final da tarde, a reversão é ao contrário: duas pistas são liberadas no sentido Centro-bairro. Mesmo assim, os motoristas precisam ter paciência e contar com a sorte, já que 60 mil veículos passam por dia na SC-405, segundo o 1º sargento da PMRv, Demilson Sebastião Rosa. No verão, segundo Rosa, o número de veículos pode chegar a 120 mil por dia.

A empresária Ana Carolina Fiorentino, 35 anos, moradora do Rio Tavares, fez questão de dizer que sempre enfrenta filas na SC-405. “Os horários das pistas duplas não condizem com a realidade do fluxo do local. É necessário um monitoramento em tempo real e mais preciso para adequar o trânsito com a realidade do momento. Tem vezes que um lado está totalmente parado e o outro com duas pistas e praticamente nada de fluxo. A sugestão é reverter nesse momento, pois desafoga e resolve o problema”, sugere.

Para José Vieira Rodrigues Filho, 57, morador do Ribeirão da Ilha, a construção da terceira pista e do elevado do Rio Tavares é um desperdício de dinheiro público. “Seria muito mais viável e barato abrir o acesso ao Sul da Ilha pelo bairro Carianos. Não enfrentaríamos esse problemão e não haveria tantos gastos. Eu evito sair do Sul da Ilha, tento resolver o máximo de coisas por aqui. Com a temporada chegando já sabemos o que iremos enfrentar”, diz.

(Veja Matéria completa em ND, 06/12/2017)



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