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Prefeito de Florianópolis fala sobre as ações e planos após dez meses e 13 dias de gestão




Há dez meses e 13 dias à frente da Prefeitura de Florianópolis, Gean Loureiro (PMDB) comemora a reorganização da cidade para o retorno do crescimento com os reajustes da gestão fiscal, que resultou na garantia dos salários dos servidores públicos e na possibilidade de aderir a novos financiamentos. Em compensação, o prefeito lamenta não atingir as metas no tempo programado em função da burocracia excessiva.

Em visita ao Grupo RIC, Gean falou sobre as vitórias no STJ (Superior Tribunal de Justiça) – na ação do Plano Diretor; no TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) – na polêmica sobre os beach clubs; e na SPU (Superintendência do Patrimônio da União) – sobre as quadras de areia na Beira-Mar Norte. O prefeito também comentou a possibilidade de a cidade sediar o GP Brasil de Fórmula 1, de receber cruzeiros em 2018, o avanço das obras, recuperação das praias atingidas pela ressaca, aplicativo do transporte coletivo e segurança pública.

Ele também anunciou para os próximos dias a licitação para a duplicação da rua Deputado Antônio Edu Vieira, no Pantanal. Na quarta-feira (15), Gean assinará a liberação para a ordem de serviço para a construção da Estação de Tratamento de Esgoto do Sul da Ilha, avaliada em R$ 34 milhões. Confira a entrevista:

Plano Diretor

“Foi uma vitória jurídica e política, em uma tese que a prefeitura tem que ter o comando do processo, respeitando o que prevê o Estatuto das Cidades, como a participação comunitária. A partir de agora voltamos a ter uma estabilidade jurídica, uma segurança para o investidor. E a prefeitura vai trabalhar. Buscamos uma legislação que possa regulamentar a lei complementar 482/14, corrigir eventuais falhas na legislação, mas não pensando num plano totalmente novo, mas no plano atual melhor regulamentado”.

Beach clubs

“O mais importante é que a expectativa jurídica era muito negativa. Veio uma decisão intermediária. A partir de agora, com os embargos que as partes farão no processo, ter de maneira discriminada os tipos de avanços que precisam ser revistos, o que precisa ser feito e a partir daí moldar o que determina a discussão e, obviamente, numa expectativa que essa interpretação não inviabilize totalmente os empreendimentos que acabam sendo uma referência turística para a cidade”.

(Leia Matéria completa em ND, 14/11/2017)



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