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Santa Catarina perto do 4º lugar em saneamento no país




Da Coluna de Estela Benetti (DC, 23/10/2017)

Se os projetos de investimentos de R$ 2,1 bilhão da Casan, a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento, tiverem a continuidade planejada, em cerca de um ano e nove meses o Estado, que em 2011 era um dos patinhos feitos na oferta de esgoto sanitário, apenas na 23ª posição do ranking nacional com 10% de cobertura dos serviços, vai saltar para a 4ª posição, com 49% de tratamento, só atrás de Brasília (66,13%), Paraná (63,73%) e São Paulo) (53,34%).

Em dezembro deste ano, Santa Catarina já vai figurar em 13º lugar, com 28,5% de abrangência, destaca o presidente da companhia, Valter José Gallina. Segundo ele, esse avanço é resultado dos contratos de financiamentos internacionais e nacionais assinados e muita gestão. A companhia conta com dinheiro, projetos e prazos de execução, o que está fazendo as obras saírem do papel e trazendo orgulho aos colaboradores em voltar a expor o crachá, observa ele.

Felizmente, o governo catarinense acordou para a necessidade de investir em saneamento, o que protege a saúde de todos, principalmente das crianças. Estudos mundiais constataram que de cada R$ 1 investido em saneamento, se economiza R$ 4,3 em saúde. Essa série de investimentos começou forte em 2014, já na gestão de Gallina na empresa, e vai até meados de 2019. Ele ressalta que é o maior volume do mundo investido na área atualmente e o dobro da soma do que o RS e o PR estão destinando ao setor no período.

- Estamos fazendo tudo isso com um orçamento apertado, mas pagando os financiamentos – diz Gallina, ao observar que a receita avança conforme os usuários passam a pagar pelo novo serviço.
Das 40 obras programas para o Estado nessa série de investimentos, oito estão concluídas e a maior parte em execução, aquecendo a economia.

Praia na Beira-Mar Norte
Na próxima sexta-feira a Casan deve lançar a licitação para a obra de despoluição da orla da Avenida Beira-mar Norte, em Florianópolis. O presidente da companhia, Valter Gallina, adianta que pretende dar a ordem de serviço para janeiro do ano que vem. As projeções são de que o projeto será concluído em novembro de 2018 e, três meses depois, em fevereiro de 2019, a orla estará pronta para receber banhistas. A Casan também espera para este mês a autorização para retomar as obras do sistema de esgoto do Campeche, o que vai despoluir a região – inclusive o Riozinho. Todos os projetos da empresa para a Ilha de SC somam R$ 401 milhões.



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