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Redes de Monitoramento Cidadão fazem análise de consistência de indicadores públicos

Especialistas em diferentes temas relacionados ao desenvolvimento sustentável e qualidade de vida estão envolvidos na análise de consistência dos dados levantados, junto ao poder público, pelas Redes de Monitoramento Cidadão. Workshops já foram realizados nas cidades de Goiânia (GO), Vitória (ES) e Florianópolis (SC). Nesta semana acontece o encontro em Palmas.

Integrantes das Redes e profissionais convidados – especialistas em competitividade, gestão pública, mobilidade, água, saneamento e drenagem, sustentabilidade urbana, sustentabilidade ambiental e mudança climática e saúde – participam do workshop. O objetivo do encontro é colocar à prova a qualidade, acuracidade, confiabilidade e relevância dos dados fornecidos. As cidades solicitaram às Prefeituras mais de 130 indicadores, distribuídos em 23 temas.

Com esse trabalho, as Redes de Monitoramento Cidadão buscam apoiar o aprimoramento da qualidade da gestão de informações das prefeituras, contribuindo para que tenham dados mais confiáveis e precisos, com impacto positivo nas políticas públicas desenvolvidas e na sustentabilidade e qualidade de vida nas cidades. “Avanços na agenda urbana de sustentabilidade somente serão possíveis, se tivermos dados consistentes sobre a vida na cidade. Nosso trabalho de hoje é garantir essa consistência, permitindo à cidadania uma avaliação dos avanços de temas urbanos, ao mesmo tempo que contribuímos com o poder público no aprimoramento de seus processos de gestão de informações”, afirma o Especialista em Indicadores da Baobá – Práticas Sustentáveis, Marcelo Linguitte.

Pesquisa de Opinião Pública
Paralelamente ao levantamento e análise de indicadores técnicos, as Redes de Monitoramento Cidadão estão realizando uma Pesquisa de Opinião Pública para entender como os moradores percebem o avanço, ou não, do desenvolvimento sustentável da cidade e quais os temas que consideram mais importantes para o futuro de onde moram.

A metodologia possui uma margem de erro pequena e determina que a pesquisa seja realizada nas diferentes regiões da cidade. “A espacialização da pesquisa possibilita conhecermos as necessidades não só da cidade como um todo, mas das suas diferentes localidades”, explica o coordenador geral do Projeto Redes de Monitoramento Cidadão, Fernando Penedo.

A execução da tarefa está a cargo da Baobá – Práticas Sustentáveis, agência executora do Projeto Redes de Monitoramento Cidadão, que conta com o apoio financeiro do Fundo Socioambiental da CAIXA e parceria do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Além do levantamento de indicadores técnicos e de percepção pública, as Redes de Monitoramento Cidadão ainda realizam estudos, disseminam informações e análises, avaliam políticas públicas do município e desenvolvem iniciativas com diferentes setores da sociedade, por meio de projetos e estímulo à ação política responsável, que promovem a sustentabilidade da cidade. Desta forma, as RMC buscam não só apoiar a gestão do poder público, como também qualificar o debate público sobre temas relacionados ao desenvolvimento sustentável.

A estruturação das Redes de Monitoramento Cidadão faz parte da quinta fase do Programa Cidades Emergentes e Sustentáveis (CES), do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), presente em mais de 70 cidades da América Latina e Caribe (ALC). No Brasil, conta com o apoio financeiro do Fundo Socioambiental da CAIXA e tem a Baobá – Prática Sustentáveis como agência executora do projeto nas cidades de Florianópolis (SC), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Palmas (TO) e Vitória (ES).

(Baobá Sustentabilidade, 09/10/2017)

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