Clipping

Projeto Ponte Viva é apresentado com objetivo de discutir o futuro da Hercílio Luz




Da Coluna de Rafael Martini (DC, 06/10/2017)

Sai a mobilidade, entra em campo a conectividade. Para de se pensar em números de carros e se vira o foco da proposta para o bem estar das pessoas. Resumidamente este é conceito do projeto Ponte Viva, elaborado pelos técnicos do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis apresentado nesta quinta pela primeira vez, durante a oficina para discutir o futuro da Hercílio Luz após sua reabertura programada para o final de 2018. Michel Mittmann, diretor técnico do Ipuf, mostrou dados em que sustenta que a simples destinação do uso da ponte para transporte coletivo, com adequação do itinerário de algumas linhas de ônibus, será suficiente para retirar os famosos 20% de fluxo das pontes Colombo Salles e Pedro Ivo.

E sem a necessidade de grandes investimentos nas alças de acesso. Mas o que realmente impressiona no projeto é o impacto que a reabertura da velha senhora terá não só no sistema viário, mas principalmente no conceito urbanístico da Capital, com foco na ciclovia e transporte público de qualidade. No power point, uma proposta para deixar qualquer um de queixo caído.

Oxalá não seja mais um da série de ideias que nunca saem do papel.

Coração apertado
O engenheiro Wenceslau Diotállévy, fiscal das Obras de Recuperação da Ponte Hercílio Luz, deveria detalhar o trabalho de restauração em nome do governo do Estado no debate organizado pelo FloripAmanhã. Visivelmente emocionado, quase não conseguiu falar. Quebrou o protocolo para comentar a morte do reitor Luiz Carlos Cancellier, de quem era amigo de vida, como disse. “É difícil pensar em qualquer outra coisa diante de tamanha injustiça que resultou nesta tragédia.” Foi aplaudido pelo auditório lotado.



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