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Pacto Pela Inovação é um novo rumo para a economia de Santa Catarina




Da Coluna de Estela Benetti (DC, 31/10/2017)

Apesar de ser um dos Estados do país com economia mais pujante e inovadora, Santa Catarina pode ir além no desenvolvimento de produtos e serviços transformadores, que gerem mais valor para o país e o mundo. Assinado nesta segunda por 29 instituições e entidades públicas e privadas catarinenses, o Pacto Pela Inovação, uma articulação do governo do Estado por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), promete ser um divisor de águas para que esse futuro com um ecossistema de inovação competitivo internacionalmente aconteça. A motivação de todos os envolvidos sinalizou que é possível. Cada “ator” saiu com compromissos de trabalho no pacto. O evento foi na manhã de ontem no Corporate Parque, em Florianópolis, durante 1º Encontro do Ecossistema Catarinense de Inovação.

- Principalmente em momentos de crise, os investimentos em Inovação são os mais necessários para manter a economia forte, equilibrada e, sobretudo, competitiva – afirmou o secretário de Estado da Comunicação, João Evaristo Debiasi, que representou o governador Raimundo Colombo no evento.

Assinaram o Pacto Pela Inovação a Secretaria de Desenvolvimento do Estado (SDS), Udesc, Acafe, Fapesc, INPI, UFSC, IFSC, Celesc, Ciasc, Fiesc, Senai, Sesi, IEL, Senac, Sebrae, Acate e Detec, Certi, Sapiens Parque, Nita, IASP, Anprotec, Fecam, Ciga, Facisc, Cejesc ADVB, Recepeti e IBQP.

O secretário de Desenvolvimento, Carlos Chiodini, disse que a ideia é aumentar os níveis de conexão e convergência das ações do ecossistema catarinense de inovação para multiplicar resultados. Segundo ele, esse alinhamento dos setores público e privado é importante para atingir os objetivos. As 13 cidades que estão recebendo os centros de inovação serão priorizadas, mas depois as demais regiões serão integradas.

O presidente da Federação das Indústrias (Fiesc), Glauco José Côrte, falou no evento sobre a importância da inovação. Explicou o motivo de a Fiesc ter decidido investir forte na indústria 4.0 (internet das coisas). Falou que a entidade tinha duas opções, apenas assistir ou se tornar protagonista. A escolha foi pela segunda, com mais oportunidades à indústria catarinense por meio dos institutos de inovação e participação na fundação da Associação Brasileira de Internet Industrial (ABII). Para o presidente da Associação das Empresas de Tecnologia (Acate), Daniel Leipnizt, a interiorização das políticas de inovação é um passo importante para a economia do Estado.

Consultoria internacional
Desde o início do programa catarinense de centros de inovação o Estado conta com consultoria internacional. Um dos parceiros é o espanhol Josep Piqué, que preside a rede de parques tecnológicos da Catalunha. Ele acompanhou o evento desta segunda, que teve também as participações de Jean Vogel, coordenador do programa na SDS, e do secretário de Comunicação, João Debiasi.



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