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Falta de mobilidade urbana na Grande Florianópolis custa para os nossos bolsos R$ 600 milhões ao ano

Da Coluna de Cacau Menezes (DC, 28/10/2017)

O estimado leitor tem ideia do volume absurdo de dinheiro que diariamente vai para o ralo com os intermináveis congestionamentos dos quais todos os dias e nas mais diversas horas somos reféns em Floripa e arredores? Ao certo ninguém daqui sabe. Nem o governo e tão pouco a Federação das Indústrias ou a Federação dos Trabalhadores.

Mas se estima, segundo o pesquisador Guilherme Medeiros, engenheiro civil, expert em transportes, que a falta de mobilidade na Grande Florianópolis custa para os nossos bolsos em torno de R$ 600 milhões ao ano.

Mas pode ser muito mais. Há um estudo da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) apontando estes números para as principais capitais do país, e a Região Metropolitana de Florianópolis está nessa avaliação. Nesse total aproximado, adverte Medeiros, não estão inclusos os custos com acidentes de trânsito, poluição e perdas econômicas indiretas (negócios e empresas que deixam de ser desenvolvidos aqui em função das condições de mobilidade).

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