Por Assessoria de Comunicação FloripAmanhã

Rede de Monitoramento Cidadão de Florianópolis conhece projetos na Colômbia




Participação ativa da mídia foi citada como fator fundamental para sucesso da Rede de Monitoramento Cómo Vamos, realizada desde 1998 em 36 cidades da Colômbia. Comitiva brasileira realizou intercâmbio de três dias para conhecer ações e iniciativas promovidas pelos colombianos.

 

Representantes da Rede de Monitoramento Cidadão de cinco capitais brasileiras participaram de um intenso intercâmbio na Colômbia. Integrante da RMC de Florianópolis, Goiânia, Palmas, João Pessoa e Vitória estiveram em Bogotá para conhecer a experiência do movimento Cómo Vamos, que reúne 17 programas e abrange 36 cidades colombianas.

A comitiva brasileira conheceu detalhes da iniciativa colombiana, que surgiu em 1998, a partir do cumprimento do Plano de Desenvolvimento do município. De acordo com Anita Pires, presidente da Comissão Executiva da RMC em Florianópolis e da Associação FloripAmanhã, a participação da comunicação e em especial de um grande grupo de mídia foi fundamental para o crescimento e, principalmente, consolidação da empreitada. Uma das maiores empresas colombianas de comunicação, El Tiempo Editorial, se uniu à Câmara de Comércio de Bogotá e a Fundación Corona, o que culminou na criação da Rede de Ciudades Colombianas Cómo Vamos (RCCV). “Os colombianos estão mais avançados. São 20 anos de experiência e destaco que a participação intensa do Grupo El Tiempo é fundamental. Se ele (o grupo) não estivesse ali, a rede não seria o que é hoje”, afirma Anita. “Os jornalistas passaram a contar com fontes preciosas de assuntos sobre as cidades. A mídia tem imensa responsabilidade para se formar uma cultura cidadã”.

Anita Pires também revelou que pela primeira vez todos as seis cidades do Brasil puderam se reunir com os apoiadores da RMC, como BID e Caixa Econômica Federal. “Isso fez com que entendêssemos melhor o trabalho e os impactos que a rede vai causar nas cidades”, disse. “A RMC vai facilitar a implementação das políticas públicas no município”.

A jornalista Fátima Roriz, que integra a rede em Palmas, destacou que o papel da comunicação é “unir pessoas”. “Precisamos unir em conhecimento para agregar valor à rede. E o papel de nós jornalistas e assessores de imprensa é divulgar que a rede é uma ONG que tem como princípio fazer métricas para avançar na cidadania. Quanto mais falarmos com propriedade mais acelerado será esse desenvolvimento. Sem achismos”

Para Márcia Casseb, especialista Sênior em Desenvolvimento Urbano e Saneamento e coordenadora do programa CES no Brasil, a rede tem o objeiuto de estimular o cidadão a “interferir” na cidade. “Nós do BID entendemos que a participação da sociedade em diferentes formas é muito impoortante. Gostaríamos de contribuir para que a sociedade civil interfira na cidade e possa apoiar a intervenção urbana”.

A iniciativa faz parte do Programa Cidades Emergentes e Sustentáveis do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com o apoio financeiro do Fundo Socioambiental da CAIXA (FSA/CAIXA) e tem a Baobá – Práticas Sustentáveis como empresa responsável pela implantação. Além de Florianópolis, outras capitais sediam a RMC: Vitória, Palmas, João Pessoa e Goiânia.

Vídeo com Anita Pires

 

Participantes da comitiva brasileira

RMC Florianópolis (foto)
Associação FloripAmanhã, presidência da rede – Anita Pires
UFSC, vice presidência técnica – Clarissa Stefani
RICTV Record SC, vice presidência administrativa – Roberto Bertolin
FIESC – Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina, coordenação do GE de Competitividade, Andressa Vicenzi

Baobá – Práticas Sustentáveis
Fernando Elias Penedo, coordenador geral do projeto Redes de Monitoramento Cidadão
Marcelo Linguite, especialista em Mobilização Social
Tatiana Wittmann, Mobilização Social (Fpolis)

RMC Goiânia
ACIEG, presidência da rede – Allan Máximo de Holanda
Crea Goiás, coordenação do GE de Monitoramento – Marcella de Almeida Castro
PUC Goiás, coordenação do GE de Inteligência – Aline Tereza Borghi Leite
Fátima Regina de Souza Campos Roriz

RMC João Pessoa
Sebrae Paraíba, coordenação do GE de Competitividade – Francisco Linhares

RMC Palmas
Observatório Social de Palmas/TO, presidência da rede – Ana Isabel Friedlander
UFT, vice presidência técnica – Waldecy Rodrigues
@tvjovemafiliadarecord, coordenação do GE de Comunicação – Débora Tundela

RMC Vitória
Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), vice presidência técnica – Alexandre Reis Rosa
Conselho Regional De Contabilidade Do E.S, vice presidência administrativa – Carlos Barcellos Damasceno
Rede Gazeta, coordenação do GE de Comunicação – Luciane Ventura

A RMC de Florianópolis

Na composição da Comissão Executiva da rede estão a associação FloripAmanhã – Presidência, a Universidade Federal de Santa Catarina – Vice-Presidência Técnica, e a RIC TV Record – Vice-Presidência Administrativa. O Grupo Estratégico de Monitoramento é coordenado pelo Observatório Social de Florianópolis, o de Comunicação pela RIC TV Record, o de Inteligência pela UFSC e o de Competitividade, pela FIESC. Atuam no Conselho Fiscal a OAB/SC, o Conselho Regional de Contabilidade (CRC/SC) e a Associação de Mulheres de Negócio e Profissionais (BPW) Florianópolis.

Entidades participantes (por ordem alfabética):

Associação de Desenvolvimento Comunitário (ADECOM) de Jurerê, Associação de Mulheres de Negócio e Profissionais (BPW) Florianópolis, Associação FloripAmanhã, Conecta Call Center, Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Santa Catarina, Fecomércio, FIESC, Fundação Certi, Instituto Lixo Zero Brasil, Observatório Social de Florianópolis, RIC TV Record, Sapiens Parque, Sinduscon, UFSC.



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