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Associação ocupa casas abandonadas para realizar atividades culturais na Capital

Da Coluna de Cacau Menezes (DC, 24/07/2017)

Já parou para pensar em quantos prédios e casas abandonadas existem em Florianópolis? Segundo o censo de 2010 do IBGE, são exatamente 21.552. Com base nisso, a associação Obarco, fundada em 2015 por estudantes e profissionais ligados à engenharia, TI, psicologia, artes, música e ciências sociais, teve a ideia de ocupar espaços ociosos da cidade e transformá-los em centros de educação, cultura, arte e transformação social, abertos pela e para a comunidade.

A associação está agora fazendo um mapa colaborativo dos coletivos de Florianópolis para identificar quais precisam de local para realizar suas atividades. Está mapeando também possíveis imóveis ociosos e seus proprietários. Com o argumento de que essas milhares de propriedades na Capital não cumprem uma função social prevista na Constituição Federal (Art. 5º, XXIII), a proposta é seguir o exemplo de São Paulo e tantas outras cidades e garantir que esses locais possam servir de bem comum para a população.

Projetos similares existem em mais de 30 cidades europeias (Escola Autônoma de Zurique, na Suíça, é um exemplo), onde grupos se propõem a revitalizar e aproveitar espaços vazios. Para os proprietários desses imóveis, Obarco afirma que só tem vantagens, entre elas o fato de evitar que o lugar fique degradado.

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