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Os cassinos e o futuro do turismo em Santa Catarina

O presidente da Embratur, catarinense Vinicius Lummertz, poderia levantar dados e divulgá-los à exaustão sobre os milhares de catarinenses que, com frequência muitas vezes semanal, viajam para Punta del Este, para Las Vegas e outros países apenas para jogar nos cassinos. São milhões de reais, que aqui poderiam gerar receita e empregos e que vão para o exterior. Se o jogo fosse legalizado no Brasil, Santa Catarina já teria locais próprios para o funcionamento de cassinos. O Costão do Santinho tem toda a infraestrutura para esta nova alternativa.

O advogado Roberto Brasil Fernandes, especialista nas teses que defendem competência dos Estados para regulamentação dos jogos, envia colaboração à coluna. Palestrante da Ice Tottaly Games-Londres, diz:

“Fazendo uma atenta leitura da sua coluna, intitulada “Turismo em Queda em SC”, observo que também é notícia na mídia internacional o anúncio de Sheldon Adelson, CEO do Las Vegas Sands que prospecta investimentos de US$ 10 bilhões na construção de um cassino resort no Japão, Steve Wynn, CEO da Wynn Resorts, quer investir outros US$ 10 bilhões e Jim Murren da MGM investirá US$ 9,5 bilhões em Cassinos no Japão. Também é público que técnicos do Governo Federal (Ministério da Fazenda, CEF, Embratur) tem marcado presença nos Seminários e feiras de Jogos, com destaque para o Ice Tottaly Gaming (MF e CEF) que ocorreu em Londres/UK no último 3 de fevereiro, ocasião que tive o prazer de ouvir que o orçamento da União de  2017 conta com a receita proveniente dos “novos jogos em processo de regulamentação”.

A indústria do turismo será a maior beneficiária da volta dos Cassinos no Brasil, desde que a Lei acompanhe as melhores experiências mundiais, como é o caso verificado em países que adotaram práticas de jogo responsável e multidisciplinaridade nos Cassinos. Afinal, segundo conclusões do Seminário da Academia, com a participação de entidade internacionais, como a Interpol, não há experiência de sucesso, do ponto de vista social, da segurança pública e da saúde pública em países que optaram pela simples proibição da oferta de jogos, exemplos atualmente adotados pelos países islâmicos e o Brasil, únicas Nações do G20 que ainda não regulamentaram o jogo e toleram a prática clandestina.

Aliás, o turismo vai muito bem no Cassino Conrad do Uruguai, nos Cassinos de Las Vegas, nos Resorts Cassino de Singapura, Macau e na sala de jogos de Palermo na vizinha Argentina, com a presença de milhares de turistas brasileiros.”

(Por Moacir Pereira,  Diário Catarinense, 06/03/2017)

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