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Combate ao Aedes aegypti precisa de apoio da população




A proximidade do Carnaval e o aumento da população de Florianópolis neste período acende o sinal de alerta para os riscos das doenças causadas pelo Aedes aegypti – dengue, zika, chikungunya e febre amarela. A Secretaria de Saúde de Florianópolis mantém a vigilância, trabalhando principalmente nas áreas com maior infestação, no Continente e Norte da Ilha, e nas regiões onde há casos suspeitos de dengue.

De acordo com Carlos Gonçalves Gil, do Programa de Combate ao Aedes aegypti, a maioria das regiões onde há crescimento dos focos do mosquito tem problemas como descarte inadequado de lixo e falta de tratamento nas piscinas. Além disso, as pessoas devem manter o controle de objetos e recipientes que podem acumular água, como vasos e pneus nos quintais e apartamentos.

Neste ano, a Capital já registrou 41 focos do mosquito. Em 2016, foram encontrados 328 focos, sendo 304 no Continente, 15 no Norte, 02 no Sul, 01 no Leste e 06 no Centro. Um dos casos mais críticos é o bairro Monte Cristo. Como a situação da segurança pública na região se agravou no último mês, os agentes são impedidos de entrar no bairro. “Por isso, quem mora no Jardim Atlântico e na Coloninha, que ficam no entorno, devem ficar ainda mais atentos e fazer a limpeza constante em suas residências, terrenos e estabelecimentos comerciais”, diz Gil.

Greve

Cerca de 20% dos agentes de combate a endemias continuam trabalhando, mesmo com a greve dos servidores municipais. O Governo do Estado cedeu alguns profissionais para dar apoio no tratamento de focos do mosquito Aedes aegypti em Florianópolis.

O secretário de Saúde, Carlos Alberto Justo da Silva, vem conversando com os profissionais sobre a pauta do Sintrasem para sensibilizá-los a voltar aos postos de trabalho. Nos centros de saúde já houve evolução, com cerca de 75% das unidades abertas para atendimento de urgências, vacinação ou dispensação de remédios.

No caso específico dos agentes de combate a endemias, o plano de cargos não foi afetado, pois estes profissionais possuem PCC próprio da categoria. Além disso, eles não terão as horas trabalhadas reduzidas, nem o pagamento de horas extras encerrado – ao contrário do que vem sendo alardeado.

(Prefeitura de Florianópolis, 17/02/2017)



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