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Entidades de classe apresentam estudo sobre o turismo catarinense




Com o olhar voltado para o futuro e com o objetivo de desenvolver e consolidar o turismo no Estado, representantes da Fiesc (Federação das Indústrias de Santa Catarina), Fecomércio SC (Federação do Comércio de Santa Catarina) e Sebrae/SC (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), apresentaram estudo realizado em parceria com instituições federais de ensino, para identificar os pontos estratégicos de cada região de Santa Catarina no setor. Ao todo foram definidas 503 ações de curto, médio e longo prazo. O estudo servirá para tornar o Estado reconhecido internacionalmente como um destino sustentável de turismo.

O turismo é responsável por 9% do PIB (Produto Interno Bruto) mundial.  Em Santa Catarina,o índice chega a 13% . O setor é tão importante que, a cada 11 empregos no mundo, um é da área turística. No Estado, pelo menos 127 mil catarinenses atuam na área, segundo estudo técnico.

Ainda que seja um dos menores Estados do Brasil, em questão territorial, Santa Catarina tem um conjunto de riquezas naturais que o diferenciam de outras unidades da Federação. Campo, serra e litoral compõem um cenário capaz de atrair turistas o ano inteiro. Mas para que o setor se mantenha aquecido é necessária a profissionalização em diversos âmbitos. O estudo defende a valorização e o desenvolvimento de 12 regiões turísticas, desde os cânions e parques temáticos e naturais, ao Alto Vale do Itajaí e região Oeste.

Sem espaço para amadorismo

Os dados da pesquisa mostraram, sobretudo, que não há mais tempo a ser perdido, que não há espaço para amadorismo, segundo defendeu o presidente da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), Vinícius Lummertz. “A pesquisa é um trabalho que eleva a consciência para a mudança de nossa matriz econômica, que ainda está voltada para a industrialização. A atividade turística aqui é desenvolvida de forma solitária, pelo pequeno empresário. As dificuldades foram detectadas. É um Estado hostil ao investidor por conta da insegurança jurídica para parques naturais, marinas e resorts. Há necessidade de infraestrutura pública e de compensá-la com PPPs (parcerias público-privadas)”, afirmou. Lummertz disse ainda que o Brasil não é atrasado porque não tem tempo, mas porque perde tempo.

Leia na íntegra em  Notícias do Dia Florianópolis, 26/09/2016



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