Após liberação em SC, maricultores se esforçam para recuperar clientes
22/07/2016
Manifestação contra estação de esgoto em Ratones fecha uma pista da SC-401
25/07/2016

Com liberação do consumo de ostras, turistas voltam a visitar Ribeirão da Ilha, em Florianópolis

Reinseridas no cardápio de restaurantes há cerca de um mês, as ostras voltaram a atrair turistas e apreciadores da iguaria para o Ribeirão da Ilha, na costa Sul de Florianópolis, onde o prato é o carro-chefe da Via Gastronômica, além ser endereço de fazendas marinhas. A reportagem do ND percorreu a região e constatou grande movimentação de público durante o fim de semana.

Proprietário de um restaurante há sete anos no Ribeirão, Any Carvalho, 46, contou que o impacto do fenômeno da maré vermelha reduziu em 50% os negócios gastronômicos. “O retorno do consumo e o calor ajudam a normalizar o comércio”, disse o empresário. As férias do mês de julho também contribuem para aumentar os rendimentos financeiros, segundo ele.

Quem não perdeu a chance de voltar a experimentar as deliciosas ostras gratinadas da Ilha foi o casal Liamar Silber, 52, e Carsten Silber, 48. No domingo, eles aproveitaram o dia no Ribeirão e na companhia do filho Ionkê Silber, 13. “O prato é uma delícia. É a segunda vez que visitamos esse lugar” disse ela, que nasceu em Florianópolis. Atualmente, a família mora na Alemanha.

Outro proprietário de restaurante no Ribeirão, Igor Fernandes Faria, relatou que sofreu queda de 30% nas vendas por causa da proibição do consumo de ostras. Ele disse que, aos poucos, o movimento está normalizando. “Há ainda pessoas com receio de voltar a comer ostras e outras desconhecem que o consumo está liberado”, afirmou.

Igor costuma comercializar cerca de 50 dúzias num de grande movimento de clientes no restaurante, que administra há seis anos. Antes de abrir o negócio, ele trabalhava com maricultura no Ribeirão por durante 12 anos. Com base na sua experiência, o empresário comentou que o último fenômeno da maré vermelha foi um dos impactantes na última década.

Dono de uma loja de artesanatos no local, Edosn Luiz Goulart, 49, disse que também sentiu o impacto nas vendas. “Caíram cerca de 90%. A gente depende dos restaurantes para poder vender mais. O turismo local é gastronômico e tem como prato principal as ostras”, comentou ele, que há sete anos administra o comércio.

Leia na íntegra em Notícias do Dia Online, 25/07/2016.

mm
Assessoria de Comunicação FloripAmanhã
A Assessoria de Comunicação da FloripAmanhã é responsável pela produção de conteúdo original para o site, newsletters e redes sociais da Associação. Também realiza contatos e atende demandas da imprensa. Está a cargo da Infomídia Comunicação e Marketing Digital. Contatos através do email imprensa@floripamanha.org

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *