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Pesquisadores da UFSC pedem apoio para estudos sobre biocombustível

Pesquisadores da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) lançaram uma campanha de financiamento coletivo para auxiliar na primeira etapa de uma pesquisa sobre biocombustível. Estudantes professores dos programas de pós-graduação em Oceanografia e em Energia e Sustentabilidade realizam desde novembro de 2015, a coleta de micro-organismo da Lagoa da Conceição. As amostras serão estudadas em laboratório para que sejam identificadas quais são mais eficientes para a produção de combustíveis que poderão ser substitutivos ao óleo diesel e gasolina, por exemplo.

A primeira etapa da pesquisa precisa ser concluída até fevereiro. Para tanto, a equipe de estudiosos não pode esperar pela liberação dos recursos do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). “Precisamos de R$ 14 mil para realizarmos essa primeira etapa de seleção dos micro-organismos” explicou a professora visitante de pós-graduação em Oceanografia, Maria Luiza Schmitz Fontes. Caso não consigam o valor necessário a equipe de pesquisa terá de cessar os trabalhos sobre o bio-hidrogênio.

A campanha, criada no site de financiamento coletivo Kickante, tem prazo de encerramento no dia 27 de julho. O tempo é curto, e até o momento as doações pouco ultrapassam R$600. “Precisamos muito destes recursos. Precisamos de apoio da sociedade para nossa pesquisa sobre biocombustível”, salientou Maria Luiza. Os R$ 14 mil que o grupo pede serão utilizados na aquisição de um kit de extração e na instalação de biorreatores. Quando liberados, (ainda não há previsão de data) os repasses do Governo Federal, via CNPq serão utilizados nas demais fases da pesquisa.

A equipe de pesquisadores escolheu a Lagoa da conceição por ser um local de fácil acesso para a coleta dos micro-organismos. Os sedimnetos são retirado na parte mais profunda da Lagoa. No espaço conhecido como “Zona Morta”, onde a profundidade chega aos seis metros está a mais baixa concentração de oxigênio do lago, em razão da baixa incidência de luz, especialmente em alguns períodos do ano. E são nessas condições que se proliferam os micro-organismos marinhos alvo da pesquisa que busca a produção em laboratório de combustível não poluente. “Estamos escolhendo e quantificando a eficiência desses micro-organismos para o desenvolvimento de bio-hidrogênio”, detalhou a professora sobre o gás altamente energético, que pode ser utilizado também no sistema de aquecimento de água das edificações.

Leia na íntegra em Notícias do Dia Online, 17/06/2016.

mm
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