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Obras de saneamento eram usadas para desvio de dinheiro em SC




No projeto, as medidas pediam escoramento, revestimento especial e uso de equipamentos próprios. Na prática, empresas contratadas para execução de contratos do PAC 2 em diversas cidades catarinense, na verdade, fraudavam as especificações dos editais, realizando obras incompletas ou até mesmo recebendo sem prestarem o serviço contratado. O resultado das investigações, iniciadas com instauração de inquéritos em pelo menos nove cidades, foi a deflagração da Operação Água de Prata, que resultou no cumprimento de quatro mandados de prisão, 17 conduções coercitivas e 34 mandados de busca e apreensão, nesta terça-feira (17), em diversas cidades de Santa Catarina.

A operação foi desencadeada a partir de uma investigação movida pelo Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle (MTFC, ex-Controladoria-Geral da União) que já confirmou o desvio de pelo menos R$ 2 milhões em três cidades. “A investigação começou com suspeitas de fraudes em licitações, mas depois se percebeu outros crimes, como peculato, crime organizado e até uso de mão de obra da prefeitura para cumprir os contratos”, afirmou Carlos Alberto Rambo, chefe da Controladoria-Regional da União no Estado de Santa Catarina.

Segundo Rambo, 10 municípios são investigados, sendo que em três deles foram comprovadas as fraudes. Cerca de 150 Agentes Federais cumpriram as diligências em Criciúma, Orleans, Siderópolis, Cocal do Sul, Jacinto Machado, Araranguá, Sombrio, Balneário Gaivota, Turvo, Santa Rosa do Sul, Arroio do Silva, Forquilhinha, Meleiro, Urussanga, Florianópolis, São José e Concórdia.

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Leia na íntegra em Notícias do Dia Online, 17/05/2016



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