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Prefeito de Florianópolis Cesar Souza Júnior garante prioridade para execução de obras

A uma semana de enviar a reforma administrativa para a Câmara de Vereadores e de anunciar oficialmente os novos nomes do governo para o terceiro ano de mandato, o prefeito de Florianópolis Cesar Souza Júnior (PSD) segue a linha do governador Raimundo Colombo (PSD) ao elencar as prioridades dos dois últimos anos de gestão: otimizar a máquina pública, economizar e aumentar os organismos de controle.

Para isso, promete reduzir 100 cargos comissionados, economizar R$ 1,1 milhão por ano em folha de pagamento e alcançar a meta de redução de custos também proposta por Colombo: 20%.

Prefeito de Florianópolis Cesar Souza Júnior recebeu Grupo RIC, ontem, no gabinete, para entrevista

As medidas não são mero discurso. O município não tem mais capacidade de investimento, sofre com a falta de mobilidade urbana e está sob investigação federal no tema em que o próprio prefeito diz ser uma “chaga do Brasil”, a corrupção. Diante disso, Cesar não titubeia ao afirmar quais são os maiores desafios: “Vencer a burocracia e executar as obras.”

Entre as prioridades estão o anel viário, os 17 km de corredor de ônibus já iniciados, a restauração do Mercado Público para junho, o início da construção do elevado do Rio Tavares em fevereiro, a requalificação da avenida Ivo Silveira, com faixa preferencial para o transporte coletivo e as BRTs Norte e Sul, que levarão a faixa exclusiva para ônibus também ao terminal de Canasvieiras e ao terminal do Rio Tavares.

“Eu creio que esse conjunto de obras priorizadas junto com o transporte coletivo nos dão um novo momento”, disse. Para todas elas, o prefeito já conta com R$ 700 milhões viabilizados pelo governo federal, porém o desafio agora é outro: garantir recursos para manutenção dos serviços.

Para cumprir a meta de abrir mais 3.000 vagas nas creches, inaugurar em março a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) no Continente e melhorar a qualidade dos serviços públicos, o prefeito precisa buscar mais recursos. Daí a necessidade do corte de despesas. Quando a redução dos custos não garante a capacidade de investimento, a saída é recorrer a empréstimos.

É o que pretende fazer para conseguir desapropriar 800 metros da rua Edu Vieira, trecho das obras do anel viário com custo de R$ 70 milhões. Cesar vai aproveitar a visita do ministro das Cidades, Gilberto Kassab, no dia 18 de março, para solicitar uma linha de financiamento exclusiva para a desapropriação. “Faremos isso paralelamente aos trabalhos”, garante.

Questionado sobre as poucas obras nos dois primeiros anos de mandato e o efetivo cumprimento das promessas de campanha na reta final, Cesar garantiu a execução. “Primeiro que no processo eleitoral eu fui muito prudente: não prometi obras megalomaníacas.

Eu tenho na minha mesa o plano de metas que eu assumi com a sociedade e vou fazer o acompanhamento. Posso dizer que estou muito confiante, vamos ter um resultado bastante positivo para mostrar à sociedade em 2016”, completa.

Em entrevista exclusiva ao Grupo RIC, Cesar revela os planos para os próximos anos de governo e um balanço até aqui.

(ND, 12/02/2015)

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