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Artigo escrito por Glauco Olinger – Engenheiro agrônomo (DC, 25/08/2012)
O principal componente e a razão de ser de um jardim botânico, ou de um parque, são as espécies vegetais nele existentes, que merecem ser preservadas, e as que venham a ser introduzidas, sejam elas nativas ou estrangeiras. Assim, a maior parte da área de terras, em qualquer um dos casos, deve ser ocupada com plantas nativas, florestais, arbustivas, frutíferas, ornamentais, medicinais e gramados.
No jardim botânico se promove, realiza e divulga o ensino e as pesquisas sobre recursos florísticos, com o uso e a conservação da biodiversidade, bem como a manutenção de coleções de espécies de interesse científico. Além disso, realizam-se estudos qualitativos e quantitativos de comunidades vegetais existentes na sua região de abrangência e são feitas pesquisas sobre a biologia e tecnologia da disseminação de plantas. Desenvolve-se projetos de manejo do meio ambiente e mantém-se intercâmbio nacional e internacional com instituições afins.
Quando se trata de um parque, a finalidade é mais simples, as despesas com sua criação e manutenção são expressivamente menores e os benefícios sociais (no caso presente da ocupação das terras da Epagri, no Itacorubi) são mais evidentes. A complexidade existente na construção de um jardim botânico que não venha a envergonhar os idealizadores é, certamente, o motivo que tem retardado a obra que vem sendo adiada há mais de cinco anos.
Todavia, seja jardim botânico ou parque, é mais uma vez chegada a hora de ser providenciada a encomenda das mudas e das sementes a serem plantadas, bem como o preparo do terreno, abertura de covas, sistemas de proteção das árvores, além, e, sobretudo, da definição de quem assumirá a responsabilidade de administrar e manter o futuro empreendimento. A melhor época para o plantio é um pouco antes do início da primavera. Caso contrário, mais um ano será perdido e maiores serão as pressões para cobrir a área com ferro, cimento, cal, areia para estacionamento para veículos.

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