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A compostagem no Parque Ecológico do Córrego Grande

Qualquer resto de alimento, esterco animal, aparas de grama, folhas, galhos, serragem, ou seja, qualquer material de origem animal ou vegetal pode e deve ser utilizado para o preparo do composto, que é o resultado final da compostagem.

Com a compostagem é possível reduzir a quantidade de resíduos orgânicos gerados que corresponde a 50% de todo o lixo. Além disso, a compostagem traz benefícios para o solo e plantas.

No Parque Ecológico do Córrego Grande existe um ponto de entrega voluntária (PEV) localizado, na entrada do Parque no quiosque da Família Casca.

“Todo o resto de alimento que ali é depositado se transformará em composto, ou seja, húmus, adubo para as plantas” explica a Educadora Ambiental, Talita Góes.

O procedimento

O procedimento consiste em fazer uma grande leira (um amontoado com os restos de alimentos intercalados com as aparas de grama, galhos, folhas e serragem). Inicia-se colocando uma quantidade de aparas com serragem de aproximadamente 10 cm e depois se deposita os restos de alimentos, cobrindo após, com mais uma camada de aparas e serragem. Cada vez que uma nova quantidade de alimento é depositada, revolve-se a leira misturando tudo e cobre-se novamente com uma camada de aparas e serragem.

Depois de completas as leiras ficam em repouso e entre 3 a 4 meses e se obtém o adubo.

Durante o processo da compostagem as bactérias aeróbias atuam decompondo a matéria orgânica. Portanto, essas bactérias precisam respirar, por isso a importância da serragem, para criar poros que permitam a respiração e a escolha do local, que não deve pegar sol com muita intensidade. De preferência as leiras de compostagem são feitas debaixo de uma árvore sombreada, ou qualquer outro local mais abrigado. Durante o processo de atuação das bactérias, a leira aquecerá à uma temperatura de aproximadamente 65ºC. Portanto se bem feita a compostagem, não haverá problemas com o aparecimento de ratos, baratas e outros animais, pois com a temperatura elevada, nenhum desses irá se aproximar.

“Após as bactérias fazerem a sua parte, as leiras começam a resfriar, e a partir deste processo, começam a surgir minhocas, besouros, centopéias e tatu bolinhas que irão ajudar a decompor as fibras vegetais” finaliza Talita.

(PMF, 07/03/2012)

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