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Ministro da Educação afirma que inclusão digital vai além do computador na sala de aula

“Para nós, inclusão digital não é apenas equipamento de informática ou equipamento conectado. Para nós, inclusão digital envolve capacitação das pessoas e produção de conteúdos educacionais. E o que está em andamento no País é um esforço em níveis federal e estadual para garantir o acesso ao acervo cultural da humanidade”, destacou na sexta-feira, 04/07, o ministro da Educação, Fernando Haddad, sobre os programas de inclusão digital que estão em andamento na esfera do MEC.
O ministro participou do lançamento do programa “Computador Portátil para Professores”, parceria entre o MEC e o Ministério das Comunicações com a indústria de informática, que visa financiar em 24 meses laptops para 3,4 milhões de professores.
O ministro explicou que, quando seu colega Hélio Costa (Comunicações) fala em 55 mil escolas conectadas na Internet de alta velocidade nos centros urbanos, isso significa um universo de 37 milhões de brasileiros em idade escolar que passarão a ganhar o acesso à rede mundial de computadores.
O ministro lembrou que o Congresso Nacional acaba de aprovar um piso nacional de salário para os professores que deverá atender a 40% deste universo. E que uma parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia visa a criação de uma indústria tecnológica voltada para a produção de conteúdos educacionais. Segundo Haddad, apenas este ano são R$ 75 milhões de reais em investimentos na produção de conteúdos. “Isso significa dizer que os dois ministérios juntos (MEC e MCT) já representam uma das maiores produtoras de conteúdos educacionais do País, se levarmos em conta o que a Radiodifusão investe em meios digitais”, disse o ministro da Educação.

Luz para todos

Haddad disse que o governo deverá zerar, este ano, todas as escolas que ainda não dispõem de energia elétrica, graças a uma parceria do MEC com o Ministério de Minas e Energia. E que o Proinfo, programa que visa dotar as escolas públicas de laboratórios de informática, já está chegando nas unidades rurais.
“E os computadores tem conteúdo para serem embarcados e utilizados offline, enquanto não chega a conexão – via satélite – à rede mundial de computadores”, explicou. Hoje, segundo Haddad, as escolas têm em média 30 alunos por sala de aula, o que assegura, em cada unidade, uma bancada com 15 terminais, o que dá dois alunos por máquina.
O ministro da Educação deixou claro que os programas de inclusão digital do governo, voltados para as escolas públicas, têm uma camada de conteúdos a serem aplicados em salas de aula que viabilizam o desenvolvimento tanto dos alunos quanto dos professores, que até já contam com um portal próprio para receber e trocar informações.
Leia também: Impulso para inclusão digital de professores
Fonte: Convergência Digital
(Luiz Queiroz, Guia das Cidades Digitais, 11/07/08)

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