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Mais um passo foi dado no dia 6/05 à noite nas leituras comunitárias, a base para a elaboração do Plano Diretor Participativo de Florianópolis.
A audiência pública do sub-núcleo do Maciço do Morro da Cruz reuniu membros das comunidades e do Instituto de Planejamento Urbanístico de Florianópolis (Ipuf) para apresentação de documento onde são descritas as demandas da população. A próxima etapa será o confronto entre as leituras comunitária e técnica.
A região é uma das mais carentes da cidade e alvo constante de ocupação imobiliária irregular, resultando na ausência total dos serviços públicos básicos. São cerca de 30 mil pessoas, em 17 comunidades, divididas em quatro setores para discussões sobre a realidade de cada localidade e suas necessidades específicas.
Entre as principais reivindicações estão o acesso à saúde e à assistência social, conservação do meio ambiente, implantação de saneamento básico, e acesso à energia elétrica. A geração de emprego e renda, assim como a criação de áreas de lazer, também fizeram parte das discussões.
A possível solução para demanda emergencial está, de acordo com a leitura comunitária, na regularização fundiária. A partir desse processo, à água não será mais disputada entre vizinhos, por exemplo, como acontece na comunidade do Alto da Caieira, onde é distribuída através de canos remendados.
Questões como água e luz não foram às únicas tratadas. Com os olhos no futuro, o grupo reivindica a destinação da área da penitenciária para uso comunitário.
Também exigem mecanismos para conter a especulação imobiliária. “A demarcação do parque deve ajudar a evitar a ocupação irregular”, diz o coordenador do sub-núcleo do Maciço do Morro da Cruz, Jair Batista Ramos.
Margarete Ávila Cavalheiro, 30 anos, é uma das 15 mil pessoas que serão beneficiadas. E torce pela regularização fundiária. “Vai melhorar tudo”, acredita.
(Notícias do Dia, 07/05/08)

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