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Florianópolis 2030: Cenários Possíveis

Hoje há um grupo considerável de pessoas dos mais diversos setores da sociedade que amam Florianópolis. Estas pessoas que dão o máximo de seus talentos para Florianópolis, estão preocupadas com os rumos que a cidade vem tomando. A Florianópolis que todos querem é uma capital muito melhor preservada, planejada, inovadora e segura. Os parceiros mais valiosos da Cidade que queremos, reúnem-se e criam o Projeto FLORIANOPÓLIS 2030. São irmãos de ideais a Floripamanhã, IAB/SC, IPUF, ASBEA, UFSC, Unisul, Fundação Cepa, Comitê Mata Atlântica e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional. A ONG Floripamanhã é a articuladora deste projeto, assumindo, com os parceiros, a responsabilidade do desenvolvimento, monitoramento e avaliação das atividades previstas na proposta. Os cenários serão otimizados e definirão, sobremaneira, quais os rumos viáveis para Florianópolis até o ano de 2030. As pesquisas e/ou estudos vão dar preciosos subsídios para a elaboração do Plano Diretor e para o desenvolvimento econômico, social, ambiental e urbanístico de toda Florianópolis. Leia o artigo completo de Dorvalino Furtado Filho, Diretor de Comunicação da Ong FloripAmanhã.

Artigo de Dorvalino Furtado Filho, Diretor de Comunicação da Ong FloripAmanhã, Pós-Graduado em Gerenciamento de Marketing e Administração Pública.
Hoje há um grupo considerável de pessoas dos mais diversos setores da sociedade que amam Florianópolis. Estas pessoas que dão o máximo de seus talentos para Florianópolis, estão preocupadas com os rumos que a cidade vem tomando.
A Florianópolis que todos querem é uma capital muito melhor preservada, planejada, inovadora e segura. Os parceiros mais valiosos da Cidade que queremos, reúnem-se e criam o Projeto FLORIANOPÓLIS 2030. São irmãos de ideais a Floripamanhã, IAB/SC, IPUF, ASBEA, UFSC, Unisul, Fundação Cepa, Comitê Mata Atlântica e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional.
A ONG Floripamanhã é a articuladora deste projeto, assumindo, com os parceiros, a responsabilidade do desenvolvimento, monitoramento e avaliação das atividades previstas na proposta.
Os cenários serão otimizados e definirão, sobremaneira, quais os rumos viáveis para Florianópolis até o ano de 2030. As pesquisas e/ou estudos vão dar preciosos subsídios para a elaboração do Plano Diretor e para o desenvolvimento econômico, social, ambiental e urbanístico de toda Florianópolis. A coordenação metodológica deste projeto e destes estudos, ao longo do tempo, será por profissionais da Fundação CEPA (Centro de Estudos e Projetos do Ambiente). http://www.fundacioncepa.com.ar
Quem mora em Florianópolis sabe o que é viver bem, rodeado de belezas naturais e gente amiga. Mas gostaríamos de propor uma reflexão: o que é viver bem Floripa para você? Para nós, sem dúvida que viver bem Floripa abrange preservar o meio ambiente, praticar a hospitalidade e a solidariedade, ter políticas públicas e a contribuição da sociedade para geração de emprego e renda. Não dá para esquecer que viver bem Floripa também é desfrutar um final de tarde na Beira-mar, curtir uma praia com os amigos…
Assim, você pode participar de diversas maneiras, se engajando em uma das ações da ONG FLORIPAMANHÃ e seus parceiros, se associando ou trabalhando por uma nova idéia.
Junto com a iniciativa privada e pública lúcida e de bons propósitos, vamos estimular a cooperação público-privada, a cidadania e o bem estar social, além de potencializar a vocação regional viabilizando maior oportunidade de inclusão social. É preciso fortalecer o programa O HOMEM E A BIOSFERA da UNESCO, tendo como projeto piloto a cidade de Florianópolis.
Praias mais limpas, marinas preservadas e melhoria nos ambientes costeiros, são alguns dos compromissos do projeto Bandeira Azul, um selo internacional de certificação ambiental, concorrido por três praias de Florianópolis: Santinho, Jurerê e Mole. A certificação ambiental Bandeira Azul, com abrangência internacional, foi lançada no último dia 16 de fevereiro, na Praia do Santinho, em Florianópolis com a assinatura do termo de compromisso pelo prefeito Dário Berger, dando início às etapas necessárias para conquista do selo.
O Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis – IPUF, com o apoio da ONG FloripAmanhã, do Instituto de Arquitetos do Brasil, seccional de Santa Catarina, Universidade Federal de Santa Catarina, Sindicato da Indústria da Construção e outras entidades, lançou no último dia 20 de fevereiro, em Florianópolis, a Cartilha do Plano do Diretor Participativo. Trata-se de uma ferramenta gráfica e virtual que tem objetivo de dar suporte institucional ao estímulo à participação da sociedade no novo plano diretor da cidade.
O Movimento FloripAmanhã nasceu e continua firme com seus ideais de contribuir, de modo planejado e permanente, na formulação de um pensamento e de uma ação para a Florianópolis de hoje e de sempre.

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Monitoramento de Mídia
A FloripAmanhã realiza um monitoramento de mídia para seleção e republicação de notícias relacionadas com o foco da Associação. No jornalismo esta atividade é chamada de "Clipping". As notícias veiculadas em nossa seção Clipping não necessariamente refletem a posição da FloripAmanhã e são de responsabilidade dos veículos e assessorias de imprensa citados como fonte. O objetivo da Associação é promover o debate e o conhecimento sobre temas como planejamento urbano, meio ambiente, economia criativa, entre outros.

2 Comentários

  1. REGINALDO MARTINS SALVADOR disse:

    Participei , ano passado do \”Plano Diretor PARTICIPATIVO parcipativo\” na Assembléia Legislativa, PARTICÍPO de reuniões no Parwque de COQUEIROS,no Pro´-coqueiros, só que nada sai do papel.
    PELO QUE ESTOU LENDO, vai começar tudo de novo.O Povo já não aguenta mais tanta enrolação.
    Temos que salvar Floripa agora, não daqui a vinte anos!!!

  2. mm Rogério, da equipe do site disse:

    Caro Reginaldo,
    Temos acompanhado as discussões do Plano Diretor e participado com sugestões e contribuições, como a II Oficina de Desenho Urbano, pois acreditamos que faz parte da cidadania participar das discussões sobre o rumo da nossa cidade.
    Quanto ao projeto “Florianópolis – cenários 2030”, não se trata de deixar para daqui a vinte anos, mas sim, de promover agora, estudos que apontem os prováveis cenários que se desenvolverão até lá, pois só assim, com planejamento, poderemos evitar alguns problemas.

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