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Faltam salva-vidas nas praias da Ilha

Ter um posto de salva-vidas por perto nem sempre significa praia segura. O comandante da 3ª Companhia de Bombeiros, capitão Guiderverson Heisler, admite que alguns deles estão fechados e o baixo número de efetivo atuando nas praias de Florianópolis. “De uma temporada a outra, perdemos muito pessoal do efetivo, sem falar na falta de recursos destinado à contratação deles”, justifica.

Segundo o comandante, a situação deve se resolver a partir do dia 21 de dezembro, quando 80 novos guardas devem reforçar o atual grupo de cerca de 65 profissionais em toda Ilha.

Neste sábado, um dos postos da Armação e o do Matadeiro estavam fechados, enquanto cinco homens, um deles militar, cuidavam da segurança das duas praias. Apenas o que funciona perto da igreja do bairro estava funcionando. E mesmo assim, a equipe era insuficiente para cuidar de toda orla.

A auxiliar de serviços gerais Claudete Deolinda Rosa, que tomava seu banho de sol no trecho conhecido como “Caldeirão”, junto às pedras, constatou a falta de segurança. “Não há nenhuma bandeira, nenhuma sinalização. E os guardas não vem até aqui. Espero que a situação mude quando aumentar o trânsito de turistas”, afirma.

Por outro lado, de acordo com o guarda-vidas Mauro Cezar Schissi, em sua terceira temporada na Armação, acredita que a situação não seja assim tão grave.

O Campeche vive uma situação parecida. Apesar dos postos instalados na praia, a aparente sensação de segurança não corresponde à realidade. Para a dona de casa Helena Morreau, moradora da região, que costuma ir à praia para acompanhar a neta Liritti, que o número de guarda-vidas disponíveis é muito pouco para atender a todos os banhistas. “Lá no canto (esquerdo da praia), onde tem bastante surfistas não costuma ter nenhum guarda-vidas”, afirma.

Para socorrer os banhistas, seis guarda-vidas são responsáveis pela ronda da praia. “O número de acidentes é bem pequeno e, comparado com as outras, esta praia não é tão perigosa assim”, avalia Gabriel Oliveira, guarda-vidas do posto central do Campeche.

Segundo o capitão Heisler, esta falta de cobertura nas rondas dos salva-vidas é de acordo com a diretriz que regula a atividade dos salva-vidas, que só podem patrulhar o trecho de praia que fica dentro do raio de 500 metros a partir do posto. Com o aumento do efetivo na próxima semana, todos os postos de guarda-vidas serão reabertos.

(AN Capital, 11/12/2007)

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