FloripAmanhã promove evento inédito no aniversário da Capital
17/03/2007
Projetos
19/03/2007

Reunir pessoas e propostas em torno de um objetivo comum: o desenvolvimento sustentável de Florianópolis. Esta foi a principal proposta do Seminário Internacional de Lançamento do Projeto Piloto de Modelo de Reserva de Biosfera em Ambiente Urbano, realizado no dia 18/03, na Capital. Um dos palestrantes, o presidente da rede íbero-americana da reserva de biosfera, Sérgio Guevara, destacou que Florianópolis não é a primeira a receber esse projeto, mas será a mais importante por causa da riqueza de biodiversidade existente na Ilha de Santa Catarina. Leia mais.

Reunir pessoas e propostas em torno de um objetivo comum: o desenvolvimento sustentável de Florianópolis. Esta foi a principal proposta do Seminário Internacional de Lançamento do Projeto Piloto de Modelo de Reserva de Biosfera em Ambiente Urbano, realizado ontem, na Capital.

Mais de 100 pessoas prestigiaram o evento, ocorrido no Centro de Cultura e Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

O público assistiu a palestras apresentadas por arquitetos e ambientalistas, que expuseram o conceito de reserva de biosfera urbana concebida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Um dos palestrantes, o presidente da rede íbero-americana da reserva de biosfera, Sérgio Guevara, destacou que Florianópolis não é a primeira a receber esse projeto, mas será a mais importante por causa da riqueza de biodiversidade existente na Ilha de Santa Catarina.

– A população está distribuída entre ecossistemas, o que a torna peculiar. Já existem mais de 500 reservas de biosfera naturais no mundo, mas em ambiente urbano é mais difícil e muito importante por ser o local onde vivem as pessoas – explicou Guevara.

Esse modelo já está em aplicação em outras cidades do mundo, como Roma, Veneza, Bolonha, Frankfurt, Hong Kong, entre outras. No Brasil, o cinturão verde de São Paulo e as cidades do Rio de Janeiro e do Recife também estão sendo avaliadas para receber o projeto.

Guevera garantiu que haverá participação da sociedade na aplicação do modelo, com a formação de comitês populares, do governo e da iniciativa privada.

No entanto, o ambientalista Alexandre Lemos discorda da forma como a proposta está sendo articulada. Ele integra o Núcleo Gestor que discute o Plano Diretor da Capital e acompanhou as discussões sobre a implantação da reserva desde o início, há dois anos atrás.

– A proposta é boa, melhor do que o modelo que existe atualmente na cidade. Mas o Plano Diretor ainda está em elaboração e deve ser a instância maior para decidir os rumos da cidade, segundo o Estatuto da Cidade, que é uma lei federal – destacou.

(DC, 17/03/2007)

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