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6,6 mil casas estão em sitiação de risco

No Maciço do Morro da Cruz existem 6,6 mil residências em áreas geológicas de risco, envolvendo 25.940 pessoas. Os números são resultados do diagnóstico da área realizado pela Secretaria Municipal de Habitação, em parceria com o Comitê Gestor, de acordo com informações do diretor-geral do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (Ipuf), Ildo Rosa. Na opinião dele, a dinâmica de ocupação da área exige preocupação especial por parte da Prefeitura. “Problemas ocorrem nos mais diferentes pontos, por isso, é necessário intervenções definitivas”, explicou.

Um exemplo do problema está na servidão Orlando Clarindo Machado, nos altos do Morro do 25, onde sete casas correm o risco de desabar. “Os focos se multiplicam, a solução, em muitos casos, não é a construção de muros de arrimo, mas a remoção e relocação das famílias para terrenos seguros”, explicou Rosa.

O diretor do Ipuf informou que os estudos para a reurbanização e revitalização do maciço devem estar concluídos até o final deste ano. O objetivo é buscar R$ 60 milhões junto ao Programa Habitare, do governo Federal. “A liberação do dinheiro está condicionada à apresentação das definições das intervenções e das avaliações de áreas de risco”, explicou.

O macroprojeto, além do remanejamento de famílias, por parecer da Defesa Civil, inclui também a regularização fundiária e a revitalização dos acessos aos morros. Rosa informou que em Florianópolis existem 10,6 mil casas em risco de desabamento em áreas altas localizadas também em Coqueiros e na Costeira do Pirajubaé.
(A Notícia, 01/09/2006)

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