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Da coluna de Moacir Pereira (A Notícia):

“Registro fotográfico inédito da atual temporada nas águas da Baía Norte: dois navios de cruzeiro passaram o dia ancorados. Mais de 2 mil passageiros desceram para visitar a Capital. De longe, visual deslumbrante da Ilha de Santa Catarina. Chegando em terra, uma coleção de frustrações.

Para começar, um trapiche fajuto: estreito, sem proteção lateral, com estrutura irregular e até risco de acidentes. Em terra, ao invés de um belo portal de turismo para orientação dos visitantes, lojas de bom gosto para venda de produtos da terra, um mafuá que é de chorar. Tudo na maior bagunça. Até brigas escandalosas de motoristas já aconteceram.
Florianópolis deve receber 28 transatlânticos este ano. Serão 28 mil desembarques. Se cada passageiro deixasse aqui US$ 100, como ocorre no resto do mundo, seriam quase US$ 3 milhões na economia, gerando empregos para muita gente, sem poluição, sem problemas. Mas falta píer, não há sequer um trapiche decente, o receptivo é uma lástima e o sistema de transporte, caótico. Nelson Piquet ficou apaixonado na última visita à Ilha. Mas para cá não virá de lancha. Tem um iate de 100 pés, mas não pode trazê-lo por falta de uma marina.

Empresários daqui e de outros Estados, donos de barcos de 40 a 70 pés, frustram-se com o quadro de Floripa. Tirando o Iate Clube, que é privativo, não existem marinas, e é impossível reabastecer as embarcações. E não há trapiches de ancoragem no norte, no sul ou no leste. Equipamentos que criariam empregos para mecânicos, marinheiros, assistentes, bombeiros, etc. E que permitiriam passeios ao redor da Ilha para a população e todos os turistas. O turismo náutico é de araque. E ninguém age para mudar esta triste realidade.”

(AN, 13/02/06)

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